Campo Grande (MS),

  • LEIA TAMBÉM

    22/02/2018

    Deputado Lídio Lopes defende tributação diferencia aos comerciantes de MS durante período de feiras

    Lidio Lopes defende tributação diferencia aos comerciantes de MS durante período de feiras

    © Divulgação
    O deputado estadual Lidio Lopes (PEN) externou nesta quinta-feira (22), durante seu pronunciamento na Assembleia Legislativa a preocupação com os comerciantes locais diante da instalação de feiras de empreendedores oriundos de outros estados, que segundo Lidio Lopes, comprometem os serviços já disponíveis por lojistas sul-mato-grossenses. O pronunciamento do deputado faz menção à realização de uma feira de expositores com materiais para gestantes e bebês que está ocorrendo em Campo Grande. “Hoje temos mais de 176 lojas nesse ramo, que empregam mais de mil funcionários são lojas que pagam tributos para o Estado”, disse o deputado.

    Como forma de preservar a comercialização dos produtos do Estado, o deputado sugeriu que seja um feito “estudo diferenciado” na tributação. “Isso tem causado transtorno para os comerciantes que pagam taxas, impostos pelas suas mercadorias aqui”. O governo do Estado tem que fazer uma tributação diferenciada para que os lojistas possam concorrer com outros que vem de fora. Essas feiras não fornecem notas fiscais para o consumidor porque não pagam impostos quando se instalam aqui”, disse o deputado.

    O deputado acrescentou também que “estamos tendo esse problema no Estado todo. A região do Cone Sul está sofrendo com isso. Comerciantes vindos do Paraná percorrem os municípios sem pagar impostos, vendem suas mercadorias, levam nosso dinheiro e vão embora, e os nossos comerciantes acabam sofrendo as consequências. Tanto os nossos comerciantes quanto os consumidores não podem ser sacrificados. Porque quando acontecem essas feiras os comerciantes do Estado deixam de vender suas mercadorias por uma semana, sem contar que o cidadão não sabe o risco que está correndo, ao comprar roupas sem nota fiscal, pois os produtos pode não ter selo de qualidade”, acrescentou Lidio Lopes.

    Fonte: ASSECOM


    Imprimir

    RECENTES

    POLÍTICA

    CONCURSOS