Campo Grande (MS),

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    20/12/2017

    CCR MSVia alerta: uso de álcool ao volante aumentou a violência do tráfego.

    © Ilustração
    A CCR MSVia está lançando um alerta à Sociedade: o índice de violência na BR-163/MS está aumentando e um dos principais motivos é a combinação de consumo de álcool e direção. O destaque está sendo feito com base em estatísticas da Polícia Rodoviária Federal, PRF.

    Um estudo realizado pela instituição policial revelou que a comparação do número de acidentes ocorridos entre janeiro e outubro de 2014 e igual período de 2017 revela que a causa “ingestão de álcool” subiu de 5,8% dos casos para 9,1%. Isso resultou em um salto de 57% no item “ingestão de álcool” como causa provável dos acidentes.

    Segundo Fausto Camilotti, gestor de Atendimento da CCR MSVia, apesar de todos os investimentos em obras, sinalização, operação e campanhas educativas, o mau comportamento dos motoristas tem sido determinante para aumentar a violência do tráfego.

    “Há três anos, a causa “ingestão de álcool” aparecia em 5,8% dos casos. Hoje, esse percentual é de 9,1%”, destaca Camilotti. “Ou seja, a “ingestão de álcool” saltou de 7ª posição das causas prováveis, em 2014, para a 2ª posição, em 2017, só perdendo para “falta de atenção à condução”, que está em primeiro lugar”.

    De acordo com o engenheiro, é preciso unir esforços de toda a Sociedade para dar um basta nessa falta de responsabilidade, que parece afetar todas as camadas sociais.

    Camilotti destaca que a preocupação é maior nessa época do ano, em que acontecem as festas de confraternização tendem a aumentar a quantidade de motoristas que dirigem sob efeito do álcool. Em função disso, a CCR MSVia e a Polícia Rodoviária Federal vão retomar ações conjuntas na BR-163/MS, PRF.

    As ações incluem blitze educativas em pontos estratégicos, com distribuição de folheto, afixação de faixas na rodovia e divulgação de dados sobre acidentes na rodovia. Além disso, a PRF vai ampliar as frentes de fiscalização com o objetivo de reprimir os motoristas que insistem em descumprir a lei.

    “Parece um chavão, mas o motorista tem que levar a sério o alerta: se beber, não dirija; se dirigir, não beba”, reafirma o engenheiro. “Precisamos mudar urgentemente essa cultura de que beber não afeta a capacidade de dirigir. Afeta, sim. Dirigir sob efeito do álcool mata!”.

    Fonte: ASSECOM


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