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| Foto: Wágner Guimarães |
O procurador Marco Antônio Delfino e o produtor rural Raul das Neves serão os próximos a serem ouvidos pela CPI do CIMI – comissão Parlamentar de Inquérito que investiga se o Conselho Indigenista Missionário é culpado por incitar e financiar invasões de terras particulares em Mato Grosso do Sul.
A oitiva acontece na próxima terça-feira (17), a partir das 14h, no plenário Júlio Maia, da Assembleia Legislativa.
Raul é produtor rural da cidade de Rio Brilhante e sua propriedade faz divisa com a Fazenda Santo Antônio, invadida desde 2008.
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| Foto: Wágner Guimarães |
Apesar estar com sua propriedade invadida, a fazenda serve como “corredor de passagem” para os indígenas acampados na fazenda vizinha, fato que tem gerado inúmeros problemas ao produtor e que permitiu que ele presenciasse diversas movimentações do CIMI na comunidade.
Até agora, 13 pessoas foram ouvidas pela CPI do Cimi. Na semana passada, prestou depoimento o desembargador Alcir Gursen de Miranda, que tratou da questão da demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol.
A CPI do Cimi é presidida pela deputada estadual Mara Caseiro (PTdoB). Integram ainda o colegiado o relator, Paulo Corrêa (PR), o vice-presidente, Marquinhos Trad (PMDB), e os membros Pedro Kemp (PT) e Onevan de Matos (PSDB).
Fonte: ASSECOM
Por: Fernanda França

