Campo Grande (MS),

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    18/09/2017

    Suspeito de matar Mayara recebeu perdão de pena por tentativa de matar ex-mulher

    Crime foi em 2011, contra uma jovem de 25 anos, com quem o suspeito havia sido casado

    Mayara Fontoura Holsback, 18 anos foi morta na sexta-feira (15) © Facebook
    Um ato de clemência do Poder Público. Foi assim que conseguiu liberdade o principal suspeito de matar Mayara Fontoura Holsback, 18 anos, na última sexta-feira (15), no Bairro Universitário, região sul de Campo Grande. Roberson Batista da Silva, 32 anos, conhecido como Robinho, teria matado a jovem um dia depois de sair da cadeia.

    Decisão da 1ª Vara de Execução Penal. (Foto: Reprodução)
    Conforme consta no processo disponível no site do Tribunal de Justiça, Roberson estava preso há três anos, 10 meses e 27 dias por tentar matar a ex-companheira em 2011. Na época, a jovem tinha 25 anos, e ele atirou contra ela num posto de combustíveis, depois dela se recusar a conversar com ele. A moça foi atingida no pescoço, mas acabou socorrida e passa bem.
    Roberson é o principal suspeito pela morte
     de Mayara Fontoura © Facebook
    Roberson foi preso em flagrante no dia do crime, depois de levar um tiro, num suposto assalto. Por apresentar “bom comportamento” nos últimos 12 meses, sem que houvesse registros de "falta grave", o acusado acabou solto e ganhou o perdão da pena por meio do indulto, que é uma forma de extinguir o cumprimento de uma condenação imposta ao sentenciado. A decisão foi do juiz da 1ª Vara de Execução Penal, Caio Márcio de Britto.

    Outro crime - Roberson, que estava preso no Instituto Penal de Campo Grande, recebeu alvará de soltura e foi liberado na última quinta-feira (14), um dia antes de Mayara ser morta.

    Conforme boletim de ocorrência, a jovem foi encontrada nua sobre a cama com parte do corpo coberto com edredom. Havia sangue no colchão, nas cobertas e algumas manchas no banheiro (no interruptor e na parede). A tesoura, usada no crime, foi localizada coberta de sangue ao lado do corpo, que já estava em rigidez cadavérica.

    À polícia, uma testemunha contou que a jovem falava pouco do marido, mas que já havia comentado que Roberson era assaltante de banco e estava preso por ter matado uma pessoa por causa de uma dívida de R$ 400 mil.

    A jovem também teria comentado que o marido era possessivo e ciumento. Ela o visitava na cadeia e tinha uma tatuagem com o nome dele no braço.

    Fonte: campograndenews
    Por: Luana Rodrigues


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