CAMPO GRANDE (MS),

  • LEIA TAMBÉM

    05/03/2020

    Carro bate em moto, sobe calçada, atinge árvore e capota no Santa Emília

    Com o impacto da batida, motociclista teve várias escoriações; ocupantes do Volkswagen Voyage também ficaram feridos em acidente

    Acidente no Santa Emília atraiu curiosos ©Paulo Francis
    Veículo capotou após atingir motocicleta, subir na calçada e bater em árvore na tarde desta quinta-feira (5) no bairro Santa Emília, em Campo Grande. Com o impacto, o piloto da moto caiu sofrendo diversas escoriações e foi encaminhado para a Santa Casa. Os ocupantes do carro também tiveram ferimentos leves. O motorista foi levado para o hospital da Unimed.

    À reportagem do Campo Grande News, a passageira do Volkswagen Voyage Maria Neide de Souza, de 53 anos, contou que o marido dela, Eusébio da Silva, de 68 anos, conduzia o veículo pela Rua Engenheiro Édino Machado e quando chegou no cruzamento com a Rua Carangola foi surpreendido pela motocicleta, que bateu na lateral do carro.

    Depois da batida o motorista acabou perdendo o controle da direção, o carro subiu na calçada, atingiu uma árvore e capotou. Os ocupantes ficaram retidos e só conseguiram sair com a chegada do socorro.

    Equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros foram ao local e os militares tiveram de abrir a porta do carro com equipamentos para retirar as vítimas. O motociclista foi levado para a Santa Casa e, até o fechamento da reportagem, ainda não havia definição do local para onde a mulher seria encaminhada.

    O piloto da motocicleta, que não teve a identidade revelada, sofreu várias escoriações. Conforme testemunhas, ele usava uniforme da Solurb, concessionária de responsável pela gestão da Limpeza Urbana e o Manejo de Resíduos Sólidos em Campo Grande.

    Acidentes - A técnica de enfermagem Eva Pompeo, de 60 anos, mora na região e disse ter presenciado ao menos quatro acidentes de trânsito do fim do ano passado até agora. Dentre eles, o de uma criança que “perdeu vários dentes” após ser atropelada.

    Apesar de o local contar com sinalização vertical, ela sente falta da sinalização horizontal. “Algumas placas ficam escondidas atrás dos galhos de árvore. Aqui poderia ter um quebra-molas”, diz.

    Fonte: campograndenews
    Por: Maressa Mendonça e Liniker Ribeiro



    Imprimir