O indicador de novembro ainda apresentou um crescimento de 7% em comparação com o mesmo período do ano passado
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Centro de Campo Grande © FRANCISCO BRITTO |
Dos sete indicadores que medem a intenção de consumo, o maior registrado foi do nível de perspectiva de consumo (8,1%), seguido pela renda atual (3,8%) e momento para duráveis (3,2%). Já o nível de consumo atual foi o único a ter um desempenho negativo, de -3,3%.
Depois de quatro meses de queda e atingir o indicador mais baixo em agosto, com 95,6 pontos, a intenção de consumo voltou a crescer em setembro deste ano, com 97 pontos. Em outubro, o índice continuou crescendo e voltou a ficar na zona positiva, 101 pontos. O que separa esse índice de estar na zona positiva ou negativa é estar abaixo ou acima de 100 pontos.
“Outro dado animador é que 42,7% dos entrevistados afirmam que estão mais seguros em relação aos seus empregos, comparado ao mesmo período do ano passado, e 62% acreditam em melhora profissional nos próximos meses", disse economista do IPF-MS (Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS), Daniela Dias. "Esses indicadores, em um momento importante para a economia, devem repercutir nas vendas de final de ano”, completou.
Fonte: campograndenews
Por: Fernanda Palheta

