Campo Grande (MS),

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    01/11/2018

    Longen é empossado vice-presidente da CNI para o quadriênio 2018-2022

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    Ao tomar posse como vice-presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria) nesta segunda-feira (30/10), em Brasília (DF), o presidente da Fiems, Sérgio Longen, afirmou que a nova diretoria da entidade que representa a indústria brasileira vai priorizar investimentos em inovação e levantar a bandeira da gestão eficiente dos gastos públicos pelo Governo Federal e Estados com o objetivo de fortalecer a economia do País.

    Ele foi empossado durante a reunião mensal do Conselho de Representantes da CNI junto com a chapa eleita em maio deste ano para comandar a confederação no período de 2018 a 2022, encabeçada pelo empresário Robson Braga de Andrade. Indicado por Longen, o diretor da Fiems, Irineu Milanesi, também tomou posse no Conselho Fiscal da CNI.
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    “A diretoria é nova, mas será mantido o projeto de inovar e ter uma visão de futuro relacionada ao fato de que estamos vivendo a 4ª Revolução Industrial, a Indústria 4.0. O Senai passa por um novo direcionamento e, por meio dos Institutos Senai de Inovação, auxilia empresas de todos os portes com soluções tecnológicas para que possam criar produtos e processos diferentes”, citou Sérgio Longen, lembrando que Mato Grosso do Sul conta com um dos institutos distribuídos pelo País, o ISI Biomassa (Instituto Senai de Inovação em Biomassa), em Três Lagoas (MS).

    O Sesi, continuou o presidente da Fiems, também passou por uma reformulação e passou a focar em soluções inovadoras e pesquisa aplicada voltada para a saúde e segurança do trabalhador e novas metodologias de educação. “O Sesi também tem atuado voltado para a Indústria 4.0 e tem Centros de Inovação, inclusive em Campo Grande, para desenvolver modelos inovadores tanto para melhorar a gestão da saúde e segurança do trabalhador, quanto para modernizar a educação regular e de cursos e capacitações para as indústrias”, exemplificou.
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    Ele também citou que a nova diretoria da CNI assume com grandes expectativas em relação aos próximos quatro anos e como o presidente eleito Jair Bolsonaro, governadores e parlamentares pretendem lidar com o orçamento público. “A classe empresarial adota um modelo muito claro de eficiência na administração dos gastos, que pode servir de exemplo para a gestão pública, uma bandeira que a Fiems vem defendendo há muitos anos”, reforçou.

    Longen completa que esse será um grande desafio que os gestores e legisladores terão nos próximos anos ao aprovarem as reformas que são importantes, como a da Previdência, que é a mudança mais clara de que haverá zelo com o dinheiro público. “O eleitor escolheu empresários para governar mais de um Estado, como no Mato Grosso, com o Mauro Mendes, que inclusive foi presidente da Fiemt, e o Romeu Zema, em Minas Gerais, que podem deixar grandes lições para os demais governadores”, disse.

    Na mesma linha, o diretor da Fiems empossado conselheiro fiscal da CNI, Irineu Milanesi, falou sobre a importância das pautas para fortalecer a economia. “A economia forte depende de uma indústria forte. Por isso, vamos continuar discutindo as medidas que possam manter a competitividade do setor, que contribui para o PIB do país e geração de emprego e renda”, pontuou.

    Quando foi eleito, o presidente reeleito da CNI, Robson Braga, também ressaltou que a prioridade de seu mandato será a defesa de temas que considera essenciais para o Brasil. “A Reforma da Previdência e redução da burocracia são urgentes para que o país volte a crescer a abrir novas empresas”, salientou.

    A chapa eleita é composta por cinco vice-presidentes executivos, representando cada uma das regiões do País: o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP), Paulo Skaf; o presidente da Federação das Indústrias do Amazonas (FIEAM), Antonio Carlos da Silva; o presidente da Federação das Indústrias da Paraíba (FIEP), Francisco de Assis Gadelha; o membro do Conselho de Representantes da CNI, na qualidade de delegado da Federação das Indústrias de Goiás (FIEG), Paulo Afonso Ferreira; e o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Glauco José Côrte.

    Confira abaixo a composição da Diretoria e do Conselho Fiscal da CNI para o quadriênio 2018-2022:

    DIRETORIA

    Presidente - Robson Braga de Andrade

    Vice-presidente-executivo - Paulo Antonio Skaf

    Vice-presidente-executivo - Antonio Carlos da Silva

    Vice-presidente-executivo - Francisco de Assis Benevides Gadelha

    Vice-presidente-executivo - Paulo Afonso Ferreira

    Vice-presidente-executivo - Glauco José Côrte


    Vice-presidente - Sérgio Marcolino Longen

    Vice-presidente - Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira 

    Vice-presidente - Antonio Ricardo Alvarez Alban

    Vice-presidente - Gilberto Porcello Petry

    Vice-presidente - Olavo Machado Júnior

    Vice-presidente - Jandir José Milan

    Vice-presidente - Eduardo Prado de Oliveira

    Vice-presidente - José Conrado Azevedo Santos

    Vice-presidente - Jorge Alberto Vieira Studart Gomes

    Vice-presidente - Edson Luiz Campagnolo

    Vice-presidente - Leonardo Souza Rogerio de Castro

    Vice-presidente - Edilson Baldez das Neves


    1º Diretor-financeiro - Jorge Wicks Côrte Real

    2º Diretor-financeiro - José Carlos Lyra de Andrade

    3º Diretor-financeiro - Alexandre Herculano Coelho de Souza Furlan

    1º Diretor-secretário - Amaro Sales de Araújo

    2º Diretor-secretário - Antonio José de Moraes Souza Filho

    3º Diretor-secretário - Marcelo Thomé da Silva de Almeida

    Diretor - Roberto Magno Martins Pires 

    Diretor - Ricardo Essinger 

    Diretor - Marcos Guerra

    Diretor - Carlos Mariani Bittencourt

    Diretor - Pedro Alves de Oliveira

    Diretor - Rivaldo Fernandes Neves

    Diretor - José Adriano Ribeiro da Silva

    Diretor - Jamal Jorge Bittar

    Diretor - Roberto Cavalcanti Ribeiro

    Diretor - Gustavo Pinto Coelho de Oliveira

    Diretor - Julio Augusto Miranda Filho

    Diretor - José Henrique Nunes Barreto

    Diretor - Nelson Azevedo dos Santos

    Diretor - Flávio José Cavalcanti de Azevedo

    Diretor - Fernando Cirino Gurgel

    CONSELHO FISCAL

    Titulares

    João Oliveira de Albuquerque

    José da Silva Nogueira Filho

    Irineu Milanesi

    Suplentes

    Clerlânio Fernandes de Holanda 

    Francisco de Sales Alencar

    Célio Batista Alves

    ASSECOM


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