Campo Grande (MS),

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    18/08/2018

    ELEIÇÕES 2018| De olho em indecisos, Mochi conversa com prefeitos e vereadores e diz que campanha "é para valer"

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    “Hoje 61% da população ainda não escolheu seu candidato a governador. Isso significa que as candidaturas já colocadas há algum tempo não atendem os anseios da sociedade. Nossa candidatura não é pra brincar, não existe acordo, é pra valer”. A afirmação é do candidato a governador de Mato Grosso do Sul pelo MDB, Junior Mochi.

    Durante reunião com prefeitos, vereadores e apoiadores de sua candidatura, neste sábado (18), na sede do partido, na Capital, Mochi lembrou que – conforme as pesquisas - boa parte dos eleitores ainda não definiram voto em Mato Grosso do Sul.
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    Na conversa com os correligionários de 42 municípios, Junior Mochi lembrou que o partido tem um legado histórico em Mato Grosso do Sul. “Viemos defender um legado, de Wilson Barbosa Martins, de Ramez Tebet, de André Puccinelli. Eu só tive um partido político a vida toda, o MDB, ao qual me filiei em 1981. E foi pensando em tudo isso que tomei a decisão de aceitar esse desafio”, explicou.

    Recomeço

    Candidata a vice-governadora do Estado, Tania Garib também comentou o desafio. “Depois de tantos anos, só aceitei esse desafio quando entendi o dilema e o quanto esse homem (Mochi) abriu mão da sua própria vida, de uma reeleição encaminhada para servir a um propósito. “Estou aqui para oferecer 43 anos de experiência e voltar a fazer um mandato que reflita a voz do povo”, disse.
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    O desafio foi aceito mesmo com as grandes chances de uma reeleição e segundo Mochi, isso não o impediu de demonstrar lealdade ao partido e aos militantes. “É fato que eu tinha uma pré-candidatura construída como deputado estadual, mas não nasci deputado e também não iria morrer deputado. O contexto político não nos permitiria deixar de lado a história de um partido da envergadura do MDB”, declarou.

    “Essa candidatura foi como um parto. Houve a dor, o choro, mas agora começa a vida. Me sinto orgulhoso de cumprir um papel histórico nesta eleição que será um divisor de águas na política de Mato Grosso do Sul”, lembrou sobre a candidatura que aconteceu após a desistência da senadora Simone Tebet em ser candidata.

    Para Mochi agora é viver novos dias e ouvir os anseios da população. “É o que todos esperam”, finalizou.

    ASSECOM


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