Campo Grande (MS),

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    04/07/2018

    Vereador Ademir Santana volta a exigir construção de Pronto Socorro específico em pediatria e maternidade em Campo Grande

    ©Divulgação
    Durante mais um debate sobre a situação da saúde pública em Campo Grande, o vereador Ademir Santana reclamou da falta de comprometimento dos agentes públicos envolvidos na questão e defendeu, mais uma vez, a criação de uma unidade de saúde específica para atender pediatria e maternidade. 

    “Nós já perdemos muito tempo discutindo esse assunto na Câmara, sem providências concretas. Enquanto isso, o que a gente vê é descaso não só dos médicos, mas também de outros agentes públicos. Está sobrando conversa e faltando ação e compromisso com quem utiliza o serviço público de saúde”, alertou o parlamentar. 

    Ademir lembrou que tem sido muito difícil para se encontrar, por exemplo, médicos pediatras nos postos e nas unidades básicas de saúde. Segundo ele, não há uma referência onde os responsáveis possam levar seus filhos e encontrar atendimento. “As pessoas perambulam pela cidade em busca de atendimento. Crianças sofrem demais com isso. Ninguém merece ser tratado assim, é desumano”, desabafou. 

    Com relação as à questão do tratamento infantil e, também, da maternidade, o vereador já havia protocolado ao prefeito Marcos Trad uma indicação para que fosse construído um hospital municipal com foco nessas duas frentes. Na uso da palavra dessa terça-feira, ele voltou a lembrar a necessidade de um estudo urgente para viabilizar a obra. 

    “Eu compreendo que muito do que acontece hoje é por culpa de uma gestão equivocada da estrutura que está aí, mas sei que também há carência de espaço para que determinadas especialidades sejam atendidas. A maternidade e a pediatria não podem ser tratadas dessa forma. Volto a exigir um hospital para pronto socorro a quem precisa desses serviços médicos.” 

    Ademir Santana demonstrou a intenção de marcar, o mais breve possível, nova reunião com o prefeito, para reavivar o assunto, já que não obteve resposta à primeira solicitação. Ele ainda foi além e disse que a população também precisa ser mais ouvida. 

    “Se precisar vou em busca de um abaixo-assinado. É preciso ouvir a população, afinal, é ela que mais sofre com tudo isso. Tenho certeza de que eu teria apoio popular a uma demanda dessa e vou lutar por isso”, finalizou. 

    ASSECOM


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