Campo Grande (MS),

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    24/07/2018

    Com matriculas abertas, escolas do Sesi buscam desenvolver novas habilidades nos alunos

    ©Divulgação 
    Português, Matemática e Ciências compõem as bases do ensino tradicional, mas não contemplam toda a gama de conhecimentos e habilidades necessárias para uma educação completa. Para atender a essa demanda da sociedade atual, as escolas do Sesi em Mato Grosso do Sul adotam estratégias metodológicas para a educação para habilidades socioemocionais e socioafetivas, que fazem parte das exigências da nova BNCC (Base Nacional Comum Curricular).

    Os interessados podem se matricular, neste 2º semestre, nas escolas do Sesi localizadas nas cidades de Aparecida do Taboado, Campo Grande, Corumbá, Dourados, Maracaju, Naviraí e Três Lagoas, que oferecem os ensinos Fundamental e Médio. As mensalidades custam a partir de R$ 310,00 e as escolas também oferecem recursos pedagógicos baseados na tecnologia, estimulando os alunos a utilizarem o que aprenderam em sala de aula de forma a resolver problemas do cotidiano, preparando-os para a atual realidade e demandas do mercado de trabalho.

    Segundo o superintendente do Sesi, Bergson Amarilla, toda a infraestrutura das escolas, além das ferramentas tecnológicas disponíveis, faz parte do projeto da instituição de ensino de preparar os jovens para um mundo cada vez mais competitivo em que as mudanças são cada vez mais ágeis. “Oferecemos um ensino inovador, digital, em que o aluno queira estar. As escolas do Sesi hoje estão preparadas para ser um ambiente de transformação de quem está lá dentro”, avaliou.

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    A gerente de educação do Sesi, Simone Cruz, destaca que a atenção às competências sociemocionais, que têm foco em habilidades não cognitivas, ganhou força nos últimos anos após o reconhecimento de que características ligadas ao comportamento e à administração das próprias emoções podem impactar positivamente no aprendizado dos alunos e tem forte influência na vida como um todo.

    “Hoje tem sido muito comum ver profissionais serem contratados pelas competências cognitivas, ou seja, pela técnica, mas demitidos por falta de competências socioemocionais. Nossa proposta rompe o ensino tradicional e quebra o paradigma de visão unilateral de que a escola deve preparar o aluno apenas para ingressar na faculdade. Pelo contrário, as Escolas do Sesi apresentam aos alunos conteúdos que precisam ser utilizados para resolver problemas e trabalhar colaborativamente no dia a dia”, explicou Simone Cruz.

    Ensino tecnológico

    As escolas do Sesi unem educação, inovação e tecnologia, preparando os alunos para serem capazes de construir seus projetos de vida de forma mais consciente e competente. No Ensino Fundamental I, do 1º ao 5º ano, têm início o conteúdo curricular básico aliado as aulas de filosofia e responsabilidade social, robótica e empreendedorismo por meio de programas da Junior Achievement e do Sebrae/MS.

    Os alunos do Ensino Fudamental II, do 6º ao 9º ano, também exercitam as habilidades socioeconômicos por meio dos conceitos de robótica, empreendedorismo e conteúdo curricular básico. O empreendedorismo passa a ser direcionado para o protagonismo juvenil e iniciativa de visibilidade do mercado de trabalho.

    Para quem está no Ensino Médio, os desafios são as Oficinas Tecnológicas, programa foco na carreira, robótica e empreendedorismo, que potencializam o aprendizado colaborativo e socioemocional, tudo isso aliado a conteúdos básicos atuais e contextualizados. Além disso, há uma plataforma de estudos com exercícios que objetivam capacitar o aluno para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), sendo que os exercícios são personalizados de acordo com o desempenho do aluno e as necessidades individuais.

    “Essas atividades preparam os alunos para as novas tecnologias, mas também desenvolvem habilidades comportamentais, que são cada vez mais requeridas no mercado de trabalho. Essas habilidades são trabalhadas em projetos de iniciação científica que exigem que o aluno tome decisão, trabalhe em equipe e discuta sobre problemas do mundo real. Isso ajuda a tornar o ensino muito mais prazeroso e atrativo, porque aquilo que está sendo trabalhado em sala de aula não serve apenas para entrar numa faculdade, mas acima de tudo para resolver problemas reais do cotidiano”, finaliza Simone Cruz.

    Serviço 

    Mais informações podem ser obtidas neste link ou pelo telefone 0800 723 7374.

    ASSECOM



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