Campo Grande (MS),

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    20/06/2018

    TRÊS LAGOAS| Saúde municipal realiza panfletagem sobre saúde do trabalhador e trabalho infantil

    Ações estão previstas para a Feira Noturna de quarta-feira (20) e na Feira Livre de sábado (23)


    No mês em que se comemora o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, ocorrido na semana passada, na terça-feira (12), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Três Lagoas, por meio da equipe do Setor de Vigilância em Saúde do Trabalhador, da Diretoria de Vigilância em Saúde e Saneamento, anunciou que irá realizar panfletagem e orientações à população com conteúdos alusivos a essa data.

    A ação será na Feira Noturna de desta quarta-feira (20) e na Feira Livre de sábado (23), como anunciou a coordenadora do Setor de Vigilância em Saúde do Trabalhador, Maria Aparecida de Oliveira.

    “Junto com a distribuição de panfletos educativos sobre a saúde do trabalhador, estaremos também orientando sobre a prevenção e erradicação do trabalho infantil”, antecipou Maria Aparecida.

    A ação da equipe do Setor de Vigilância em Saúde do Trabalhador está sintonizada com o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), que lançou a campanha “não proteger a infância é condenar o futuro”.

    Essa campanha é resultado de parceria do Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) que estabeleceram o foco da prevenção do trabalho infantil as modalidades chamadas de "piores formas" de trabalho, como tarefas relacionadas à agricultura, atividades domésticas e trabalho informal urbano. Na lista, também há atividades ilícitas, como tráfico de drogas e exploração sexual.

    Pela legislação brasileira, o trabalho é permitido a partir dos 16 anos, sendo possível também a partir dos 14 anos, caso ocorra o trabalho na função de aprendiz.

    No período de 2007 a 2017, de acordo com o Sistema Nacional de Agravos de Notificação do Ministério da Saúde, foram registradas 236 mortes de meninos e meninas em atividades perigosas. O sistema recebeu, no mesmo período, notificações de 40 mil acidentes de pessoas de 5 a 17 anos. Deste total, mais de 24 mil foram graves, resultando em fraturas ou membros amputados.

    ASSECOM


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