Campo Grande (MS),

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    10/05/2018

    Vereador Ademir Santana comemora fim da taxa mínima de água, mas cobra respostas a outros assuntos relacionados ao saneamento

    ©Divulgação/Arquivo
    Ao usar a palavra durante a sessão ordinária dessa quinta-feira (9) para dar os parabéns ao prefeito Marquinhos Trad e reconhecer o trabalho importante da Câmara Municipal na eliminação da taxa mínima de água, o vereador Ademir Santana aproveitou para cobrar outras providências da Águas Guariroba. “A retirada da taxa mínima é só o começo. Há outros assuntos sobre os quais a empresa precisa se pronunciar e ela tem se esquivado. Eu mesmo esperei por muito mais de 15 dias para que a Águas Guariroba se explicasse sobre dois requerimentos que protocolei na Câmara, enviados a eles. Até agora não tive qualquer resposta”.

    Dessa forma Ademir Santana voltou a cobrar providências da empresa e reforçou outras pautas que, segundo ele, estão deixando a população sem resposta e sem providências.

    O primeiro requerimento citado pelo vereador foi enviado para a concessionária ainda em 2017, solicitando que a empresa explicasse as diferenças tarifárias praticadas. “Empresas comerciais pagam um valor, industriais pagam outra, e o que é pior: as empresas públicas pagam uma taxa muito mais alta que essas duas. Eu só pedi uma explicação sobre os cálculos e estou esperando até hoje”, questionou.

    O outro requerimento diz respeito a vários assuntos que geram dúvidas e que não estão bem esclarecidos pela gestão da Águas Guariroba, que, por ser uma empresa voltada a prestar serviços de interesse público, deveria zelar pela clareza nas informações e nas ações. “Na época eu fiz o requerimento dentro dos trâmites oficiais e ainda entreguei uma cópia do teor do documento, em mãos, para os gestores da concessionária, durante uma audiência pública.” Este requerimento também não teve atenção devida da companhia.

    Além disso, Ademir Santana usou a palavra durante a sessão para reforçar que vai continuar seus estudos e questionamentos sobre o percentual da taxa de esgoto praticado na capital, que é de 70% sobre o valor da conta de água. Para o vereador, a prefeitura também deveria ser mais exigente com a empresa para que ela cumpra com seus compromissos assumidos em contrato.

    “A população tem reclamado muito, e nós não estamos conseguindo dar as respostas que eles pedem. Enquanto a Águas não se pronunciar as pessoas podem pensar o que elas quiserem. O problema é que nós somos cobrados por providências, mas ficamos presos à boa vontade da empresa.”, desabafou.

    ASSECOM
    Por: Guto Dobes
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