Campo Grande (MS),

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    10/05/2018

    Marcelo Miglioli afirma que habitação não pode ficar sem verba federal

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    “Cortar recursos para o setor habitacional é inadmissível porque assim trava a geração de empregos e atrasa a conquista do bem maior das famílias que é a casa própria”, afirmou o engenheiro Marcelo Miglioli, durante visita ao Residencial Cristo Rey, em Anastácio, defendendo o retorno dos financiamentos, principalmente através do programa “Minha casa, Minha Vida” é o principal meio de atender as famílias de baixa renda com novas moradias.

    Para Marcelo, retrair os investimentos compromete o crescimento do país aumenta o desemprego na construção civil e, sobretudo, “retira das famílias a alegria que vimos nos olhos dos moradores desse Residencial”, comentou o engenheiro, lembrando que apesar da crise, Mato Grosso do Sul está entregado 18 mil moradias, sendo 1.400 lotes urbanizados, um programa inovador que já foi premiado nacionalmente pela Associação Brasileira de Cohabs.
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    Os investimentos contribuem para o aumento da renda, dos tributos e dos postos de trabalho formais no setor e em toda a cadeia. “Parte dos subsídios concedidos retornam no próprio processo de produção”, completou.

    Marcelo Miglioli diz que uma das suas metas é “brigar forte” pelo reaquecimento da construção civil, em especial através de novas moradias, porque se a construção civil está bem, o Brasil está bem. Estima-se que são cerca de 13 milhões de pessoas trabalhando no setor, considerando empregos formais, informais e indiretos.

    Miglioli cita que um levantamento feito pelo Secovi-SP em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) estima que, entre 2015 e 2025, o Brasil precisa construir 14,5 milhões de novos domicílios para suprir o déficit por moradia.
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    Ele lembra que a construção civil tem impacto em diversos outros campos da atividade econômica. Os investimentos em obras impulsionam áreas importantes para o desenvolvimento urbano e social, sobretudo a construção de mais moradias porque diminui o déficit habitacional, fortalecendo as famílias. “Uma família sem teto ou que se abriga precariamente, tende a se desagregar mãos facilmente”, afirma.

    Quando há trabalho na construção civil, as famílias recuperam sua capacidade de consumo, o que faz o comércio enxergar melhoras nas vendas, aumentando também a demanda da indústria. E o governo também ganha. A cada R$ 100 investidos na construção, R$ 25 voltam para os cofres públicos em forma de imposto.

    ASSECOM
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