Campo Grande (MS),

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    22/05/2018

    Com buzinaço, caminhoneiros protestam no Parque dos Poderes

    Grupo tenta marcar uma reunião com o governador Reinaldo Azambuja para discutir redução do ICMS

    Caminhoneiros e guincheiros em frente a Governadoria ©Saul Schramm 
    Com buzinaço e fogos de artifícios, cerca de 40 caminhoneiros e guincheiros pediram, em frente do prédio da Governadoria de Mato Grosso do Sul, a redução das taxas do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços) e uma reunião com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

    Na região urbana, o protesto contra a alta no preço dos combustíveis começou com uma carreata pelo centro de Campo Grande, nesta terça-feira (22). O grupo saiu da Avenida Duque de Caxias, passou pela Avenida Afonso Pena, até chegar na Governadoria. Em frente ao prédio, os motoristas soltaram fogos de artifício e fizeram um buzinaço.

    Diante da situação, o chefe da Casa Militar, coronel Nelson Antônio da Silva, atendeu os manifestantes. O militar orientou o grupo a fazer uma documento com todas as reivindicações da categoria e assim tentar marcar uma audiência com o governador.

    Nelson também comentou com o grupo que o governo do Estado chegou a reduzir os impostos, o que de fato ocorreu em 2015, mas os preços não diminuíram nas bombas.

    Duante da resposta, o representante do movimento, Gilvandro Hashiguchi, disse que o documento será feito e enviado ao secretário de Governo e Gestão Estratégica de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, para que o encontro entre manifestantes e governo aconteça. 

    A manifestação ocorre simultaneamente aos bloqueios em rodovias, iniciados ontem, pelo menos motivo. Nesta manhã, um dos primeiros protestos começou na altura do km 324 da BR-163, no município de Rio Brilhante, a 160 km de Campo Grande. O protesto ocorre no mesmo local da manifestação de ontem, próximo ao posto da PRF (Polícia Rodoviária Federal), na saída para a Capital. A concentração começou às 8h.

    A Petrobras já anunciou hoje redução dos preços, mas segundo o presidente da empresa, Pedro Parente, a medida não é uma resposta ao protesto nacional dos caminhoneiros e sim tem a ver com a política de preços que vem sendo adotada, com mudanças frequentes.
    Passeata passou pela Afonso Pena ©Saul Schramm
    Fonte: campograndenews
    Por: Geisy Garnes e Bruna Kaspary


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