Campo Grande (MS),

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    03/04/2018

    Deputado João Grandão apoia luta de servidores públicos por reajuste salarial digno

    © Divulgação
    Sempre em defesa do trabalhador, o deputado João Grandão usou a tribuna na Assembleia Legislativa, na terça-feira (3), para defender a luta dos servidores públicos administrativos de Mato Grosso do Sul por um reajuste salarial digno. Neste ano, a proposta do governo estadual oferece ao funcionalismo o percentual de 3,04%, valor que causa insatisfação aos trabalhadores. 

    “Quando fizemos apelo nesta Casa de Leis, promovendo as primeiras audiências públicas sobre a questão da Reforma da Previdência, sobre a terceirização no serviço público, e alertávamos sobre a ‘PEC da morte’ e os reflexos nos estados, nós fomos mal interpretados. Mas o cenário atual comprova o que nós antecedemos”, criticou. 

    O deputado lembrou que recentemente a bancada do Partido dos Trabalhadores votou contra o projeto de Lei 023/2018 que alterou parte da Lei n. 4.135, passando a autorizar o governo estadual a contratar funcionários temporários. “O Estado tem que ter servidor público para atender suas necessidades”, afirmou. Em destaque o protesto dos servidores da UEMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), que estiveram na Casa de Leis para reivindicar a criação de um plano de cargo e carreira e acréscimo salarial de 20%, tendo em vista que o salário da categoria é o menor do país. 

    “Participei ativamente da Audiência Pública na UEMS, em Dourados, e coloquei meus argumentos em relação à questão orçamentária. Disse que o recurso tinha que ser retirado da fonte 100”, comentou. “O orçamento não atende as necessidades, mas acredito ser possível resolver, basta ter vontade política”, finalizou. 

    No ano passado, o reajuste foi de 2,94%. O Projeto de lei de autoria do Executivo que institui a revisão geral anual dos vencimentos e subsídios que compõem a remuneração dos servidores públicos de Mato Grosso do Sul prevê que a revisão entre em vigor no mês de abril e que servidores recebam os valores retroativos.

    Fonte: ASSECOM
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