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    01/04/2017

    Governo publica nova estrutura administrativa após reforma

    A reforma irá garantir uma economia de R$ 130 milhões ao orçamento estadual deste ano

    Governador Reinaldo Azambuja e o líder do governo na Assembleia, Professor Rinaldo (Foto: Arquivo)
    Decreto publicado no Diário Oficial do Governo do Estado esta semana (decreto nº 14.696 de 28 de março de 2017) padroniza os códigos e siglas de identificação dos órgãos e entidades do Poder Executivo. A medida é referente a reforma administrativa, que promoveu a extinção de duas pastas, unindo estruturas e reduzindo de 13 para 10 as secretarias de Estado.

    Conforme a publicação, a padronização vem ao encontro da necessidade de estabelecer os códigos e as siglas para identificação dos órgãos e das entidades nos processos, nos atos oficiais, nos instrumentos de comunicação e nos sistemas informatizados.

    Os responsáveis pelos sistemas gerenciais de patrimônio, protocolo e recursos humanos deverão incorporar os códigos às suas respectivas tabelas.

    De acordo com o governo, a reforma administrativa irá garantir uma economia de R$ 130 milhões ao orçamento estadual deste ano. A economia é decorrente da redução de cerca de mil cargos, entre comissionados e temporários, da revisão de contratos com fornecedores e da otimização de espaços físicos, bem com a da redução de secretarias.

    Redução de secretarias 

    As secretarias de Agricultura Familiar (Sepaf) e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico (Semade) foram fundidas, passando a se chamar Secretaria de Estado de Produção, Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente e Agricultura Familiar (Semagro).

    A Secretaria de Estado de Habitação (Sehab) foi fundida com a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), que se mantém com este nome.
    A Casa Civil também será fundida com a Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica (Segov).

    Reestruturação 

    A Secretaria de Estado de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação (Sectei) foi desmembrada e passa a se chamar Secretaria de Estado de Cultura e Cidadania (SECC), ficando sob sua estrutura a Fundação Estadual Jornalista Luiz Chagas de Rádio e TV Educativa de MS (Fertel), antes na Casa Civil, e as subsecretarias de Mulheres, Igualdade Racial, Juventude e Indígena, antes na Sedhast. A pasta também terá uma nova subsecretaria, criada para atender a diversidade, denominada Subsecretaria de Políticas Públicas LGBT.

    As fundações de Turismo (Fundtur) e de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de MS (Fundect), que também eram da estrutura da Sectei, passam a fazer parte da Secretaria de Estado de Produção, Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente e Agricultura Familiar (Semagro).

    Com a fusão com a Casa Civil, a Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica (Segov) passa a ter a Subsecretaria de Relações Institucionais.

    Outras mudanças 

    Além das secretarias, houve também redução de 16 superintendências e centralização dos órgãos de atendimento em 44 municípios, regionalização das agências fazendárias (Agenfas), passando de 79 para 30.

    Com previsão de economia de R$ 34 milhões anuais, 1 mil cargos entre comissionados e temporários foram cortados.

    Os contratos da administração também serão revistos, com estimativa de redução de R$ 100 milhões anuais, além do redesenho dos processos internos (compras, contratos, almoxarifado, folha de pagamento e previdência).


    Fonte: campograndenews
    Por: Lucas Junot