Notícias, acidentes, economia, política, policial, concursos, empregos, educação, ciência, saúde e cultura.

CG,

  • LEIA TAMBÉM

    15/03/2016

    Movimento de professores por direitos tem apoio de Antonieta

    deputada estadual Antonieta Amorim (PMDB) - Divulgação/ALMS

    A Confederação Nacional (CNTE) e a Federação Estadual dos Trabalhadores em Educação (Fetems) receberam na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul o apoio à paralisação de alerta e conscientização deflagrada nesta terça-feira, 15, em todo o País. A deputada estadual Antonieta Amorim (PMDB) foi à tribuna para destacar a importância do movimento “Não à Perda de Direitos dos Trabalhadores em Educação”, realizados pela CNTE e federações estaduais com o objetivo de sensibilizar os governantes, em todos os níveis, para que não sacrifiquem as conquistas já asseguradas ao Magistério, como o piso nacional.

    “Aqui, na casa do povo, na casa que dá legitimidade às várias manifestações do povo, o dia de hoje tem um significado especial. Para a família, para os pais, para os legisladores, para as crianças e jovens, enfim, para um Brasil que precisa investir mais e mais no conhecimento”, disse Antonieta, ao considerar cirúrgica e objetiva a denominação temática do movimento.

    “O futuro está no conhecimento. É o caminho para investigar e descobrir a cura de todos os males que ferem a sociedade. Na economia, na saúde, na tecnologia, na sustentabilidade, na proteção das pessoas e da natureza, no acesso à cidadania”, emendou Antonieta. Para ela, o futuro tem na criança e na juventude seus principais públicos-alvos. E parte desse conceito a apreensão da deputada com a situação do ensino publico em Campo Grande, especialmente a educação infantil. Ela reportou-se ás várias denúncias da imprensa dando conta de problemas no setor publico de ensino, como o atraso do ano letivo e as irregularidades no funcionamento dos Centros de Educação Infantl (Ceinfs).

    Ela destacou que Campo Grande, uma das capitais de reconhecimento nacional por sua vocação de progresso, necessita de atenção diferenciada dos responsáveis pelas políticas publicas. “Uma atenção que tem no ensino um de seus pilares de sustentação”, reiterou. “Sem o suporte dos bons salários e pagos em dia; das condições dignas de trabalho: e das garantias de profissionalização, previdência e capacitação, os educadores têm sua atividade duramente afetada, cai a qualidade do ensino”, completou Antonieta.




    Fonte: ASSECOM