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    25/08/2015

    Pacto Sinal Verde quer padronizar bovinos abatidos em MS

    Divulgação

    Para atender a demanda de consumidores cada vez mais exigentes e impulsionar a produção e comercialização de carne bovina no Estado, o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, juntamente com a Famasul - Federação da Agricultura e Pecuária de MS e outras entidades, assinaram nesta terça-feira (25), o pacto Sinal Verde. A meta para agosto de 2016, segundo anúncio do governador, Reinaldo Azambuja, é que 50% dos animais abatidos no Estado tenham padronização de carcaça e levem o selo do pacto 'Sinal Verde'.

    O pacto Sinal Verde tem como finalidade atingir 100% do abate tipificado, ou seja, classificar a carcaça bovina em padrões indesejável, tolerável e desejável, medir a qualidade do manejo, fornecer o mapeamento da produção, promover a produção sustentável, fidelizar e abrir novos mercados .Assinaram também o pacto, a Abiec - Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carnes, a Associação Novilho Precoce, a Embrapa de Gado de Corte, a Acrissul - Associação de Criadores de MS e o JBS.

    O presidente da Famasul, Mauricio Saito, ressaltou o trabalho que será desenvolvido fundamentado com a comunidade científica. "A Famasul apoia todos os movimentos em que o produtor rural é beneficiário. Temos que levar ao produtor rural o desenvolvimento sustentável e, para isso, é fundamental a participação de todos os elos do setor", destacou.

    Para o governador, Reinaldo Azambuja, o Sinal Verde fortalecerá e auxiliará no crescimento da pecuária. "Cada dia mais aumenta a procura de uma carne bovina de qualidade e o Governo procura justamente fortalecer o setor produtivo. Queremos até agosto de 2015 que metade dos abates bovinos em Mato Grosso do Sul tenha esse selo que comprova qualidade".

    Azambuja destacou ainda o perfil sustentável do produtor rural de Mato Grosso do Sul. "Se o Pantanal é o que é, nós devemos isso ao pecuarista que alinhou produção e preservação".

    O presidente do JBS Carnes, Renato Costa, também fez referência à qualidade da carne sul-mato-grossense e o potencial produtivo do Estado. "Mato Grosso do Sul é líder em produção de qualidade e tem perfil para conquistar novos mercados. A meta do Sinal Verde é desafiadora, mas acreditamos que é possível alcançar ", ressaltou .

    Durante o evento, que contou com a participação de produtores rurais, representantes políticos e rurais, imprensa nacional e estadual, o presidente da Famasul apresentou o SigaBov, módulo desenvolvido pelos técnicos da Famasul e que integra a plataforma do Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio de MS - SIGA MS . "Com a ferramenta poderemos tratar a pecuária de corte com muito mais exatidão em relação à distribuição do rebanho, por raça e idade, além da distribuição espacial de pastagem, locação por município e rotas de distribuição".

    Assinaram também o Pacto Sinal Verde, o presidente da Abiec , Antonio Jorge Camardelli, o presidente da Acrissul, Jonathan Barbosa, o presidente da Novilho Precoce MS, Carlos Vanderlei Furlan e o chefe-geral da Embrapa, Cleber Oliveira. 

    O evento teve a presença do diretor financeiro, Luis Alberto Moraes Novaes e da diretora secretária da Famasul, Terezinha Candido; do secretário estadual de Governo e Gestão Estratégica de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel; do secretário de Estado e Fazenda, Márcio Monteiro; o secretário de Produção e Agricultura Familiar, Fernando Lamas; entre outros representantes políticos e rurais. 

    Sobre o Sistema Famasul – O Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS) é um conjunto de entidades que dão suporte para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e representam os interesses dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul. É formado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar), Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/MS) e pelos sindicatos rurais do Estado.

    O Sistema Famasul é uma das 27 entidades sindicais que integram a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Como representante do homem do campo, põe seu corpo técnico a serviço da competitividade da agropecuária, da segurança jurídica e da valorização do homem do campo. O produtor rural sustenta a cadeia do agronegócio, respondendo diretamente por 17% do PIB sul-mato-grossense.




    Fonte: ASSECOM/FAMASUL