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    07/11/2014

    Por sobrevivência, PMDB não quer dar aposentadoria a André Puccinelli

    Governador tem dito que quer se aposentar
    em 2015 (Foto: Marcos Ermínio)
    Prestes a se despedir do comando do Governo do Estado e declarando que pretende se aposentar da vida pública, o governador André Puccinelli (PMDB), terá dificuldades em convencer o partido e aliados a aprovar sua aposentadoria.

    “Acho que ele tem que presidir o PMDB, a partir de 2015. Entendo que o André tem que presidir para fazer política no Estado inteiro, já que ele conhece as lideranças de Mato Grosso do Sul inteiro”, disse o deputado estadual reeleito, Eduardo Rocha (PMDB).

    A bancada peemedebista tanto na Assembleia Legislativa, quanto na Câmara dos Deputados, em Brasília, já declarou “lealdade” à maior liderança da sigla no Estado. A exceção fica por conta dos irmão, Fábio Trad, federal, e Marquinhos Trad, estadual, que tem sinalizado possibilidade de deixar o PMDB em 2015.

    “Vou encabeçar essa campanha, pois o André pode manter nosso partido vivo. O PMDB perdeu o governo, mas tem a maior bancada no legislativo e elegeu uma senadora”, declarou Rocha, que é marido da senador eleita, Simone Tebet.

    O atual governador do Estado tem afirmado que, mesmo com a pressão para se manter na política, pretende se aposentar assim que deixar o governo. Todavia, o nome de Puccinelli também já foi ventilado em Brasília.

    Lideranças peemedebistas no Congresso Nacional, afirmam que o nome de André integra a lista do partido para assumir um ministério na próxima gestão da presidente Dilma Rousseff (PT). Já alguns quadros locais da sigla acreditam que Puccinelli é o nome ideal para o PMDB retomar a Prefeitura da Capital, depois de cinco mandatos consecutivos, 20 anos, à frente do Executivo campo-grandense.

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    Fonte: campograndenews/JE
    Por: 
    Ludyney Moura