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| deputado Eduardo Rocha |
“Vou conversar com meus colegas. Defende que o partido apóie naquilo que entenda ser bom para o Mato Grosso do Sul, mas gostaria de uma postura mais independente. Acho que o PMDB não deveria reivindicar espaço no governo agora”, defendeu.
O deputado ponderou que a decisão será em conjunto, o que pode fazer com que ele acate o anseio da maioria. “O que os seis decidirem eu acompanho. Mas, na reunião, antes de falar com o Reinaldo, vou defender que apóie sem espaço na gestão. Nós vamos apoiar, por que estivemos juntos no segundo turno, mas defendo que seja de maneira independente”, justificou.
Esta é a primeira vez que um peemedebista dá sinal de que o partido não será, necessariamente, base de Azambuja. Apesar de ter apoiado Azambuja no segundo turno, partido do PMDB não gostou das críticas feitas ao atual governador, André Puccinelli (PMDB). Este, por sinal, já declarou que vai guardar as propostas do novo governador para cobrar depois, o que evidencia a possibilidade de vir a se candidatar de novo.
A deputada Antonieta Amorin (PMDB), que chega para o primeiro mandato na Assembleia, explica que a decisão será em conjunto e não por posição individual. Ela não disse se prefere independência, mas entende a bancada apoiará em ações que beneficiem a população e critique as que não forem adequadas.
“A princípio vamos para somar esforços ao Governo de Mato Grosso do Sul. Apoiamos o Reinaldo e agora estamos conversando. O partido está colocando suas diretrizes, para ver como se comporta nesta atual administração”, justificou.
O PMDB tem, além dos seus seis deputados, outros quatro que são ligados ao partido: Lídio Lopes (PEN), Barbosinha (PSB), Mara Caseiro (PTdoB) e Márcio Fernandes (PTdoB). Porém, estes ainda não se pronunciaram.
Fonte: Midiamax/JE
Por: Wendell Reis
Por: Wendell Reis
