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    24/09/2014

    ELEIÇÕES 2014: Artistas regionais expressam desejo de mudança dos sul-mato-grossenses

    Foto: Jessica Barbosa

    Após mais de mês vedado pela Justiça Eleitoral, os artistas sul-mato-grossenses vão finalmente soltar a voz no “Jingle da Mudança” em favor da candidatura de Reinaldo Azambuja (PSDB) para governador. Com letra de Marco Aurélio e João Haroldo (o da primeira formação da dupla com Betinho) e produção musical de Ivan Miazato, “os artistas da terra voltam a expressar o desejo de mudança da população”, nas palavras do próprio Marco Aurélio. “Eu quis passar no jingle emoção, a vontade de mudança”, completou.



    Foto: Jessica Barbosa
    Em ação voluntária, no início de agosto, Munhoz e Mariano, Gilson e Júnior, Patrícia e Adriana, Thiago e Graciano, Pedro Henrique e Fernando, Loubet e Maria Izabel se reuniram para gravar o clipe. Em 12 de agosto, o vídeo foi postado nas redes sociais. Em apenas um dia a postagem foi visualizada por mais de 35 mil internautas e recebeu cerca de 550 compartilhamentos.

    Para se ter outro parâmetro do sucesso do “Jingle da Mudança”, a nova postagem nessa terça-feira (23/9), logo após liberação pela Justiça Eleitoral, já conta com quase 400 compartilhamentos.

    Mudança de verdade

    Para Marco Aurélio, a manifestação coletiva dos artistas “foi uma ideia em comum de pessoas que querem que o Estado realmente mude”. Ele disse ainda “que o povo está cansado, tanto que no jingle a gente pôs que ‘do jeito que tá não dá pra ficar’. Há um anseio pela mudança”.

    “Eu sou um eleitor, que apoio o projeto de governo do Reinaldo e quero que esse Estado mude, mas mude de verdade”, relatou ainda o cantor e compositor, confidenciando a razão pela qual se engajou na campanha de Reinaldo.

    Para Reinaldo Azambuja, a decisão que restabelece o direito de usar a música vem no momento em que a campanha mais cresce em todo o Mato Grosso do Sul. “São todos artistas que de forma voluntária deram apoio à nossa caminhada. Valores aqui de Mato Grosso do Sul. Então mais uma vez fomos vitoriosos”, disse o tucano.

    Nesta manhã, em entrevista à FM UCDB, Reinaldo comemorou pedindo a música “Camaro Amarelo”, de Munhoz e Mariano, uma das duplas que o apoia.

    Quando o “Jingle” foi lançado, Reinaldo disse que “a mudança que tanto queremos para Mato Grosso do Sul passa também por uma maior valorização da nossa cultura, das nossas raízes. Agradeço muito o apoio desses artistas, que de maneira voluntária decidiram emprestar seus talentos, cantando o jingle da nossa campanha”.

    Vitória do bom senso.

    Em 25 anos de profissão, Marco Aurélio disse que foi a primeira vez que houve uma decisão judicial impedindo a utilização de jingle composto por ele. “Ninguém entendeu porque travaram o nosso jingle, foi o primeiro jingle que eu tive travado na vida, mas isso já passou, já está liberado, vamos pra cima”, disse.

    Por maioria, nessa terça-feira (13/9), os juízes do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS) acolheram integralmente o recurso da Coligação Novo Tempo e reformaram a sentença que vedava o uso do “Jingle” da campanha desde 14 de agosto, em liminar de ação proposta pela coligação “MS Cada Vez Melhor”, do PMDB.

    O advogado da Coligação Novo Tempo (PSDB, PSD, PPS, DEM, PMN e SD), Alexandre Ávalo, esclareceu que o Tribunal acolheu integralmente o Recurso Ordinário Eleitoral, acatando a argumentação do princípio da liberdade da propaganda eleitoral e de expressão, contido no artigo 5º da Constituição Federal. “Em termos de propaganda eleitoral, prevalece o princípio de liberdade: o que não é vedado é permitido. Trata-se de propaganda lícita. Não há qualquer vedação na legislação quanto à utilização de jingle, vinheta e videoclipe”, completou.

    Ávalo disse ainda que os magistrados da Corte Eleitoral entenderam que o jingle é um mecanismo lícito de propaganda, autorizado pela legislação e confirmado pela jurisprudência de todos os Tribunais Regionais Eleitorais e também pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    Curta o “Jingle da Mudança” ao clicar no link abaixo:






    Fonte: ASSECOM/JE