Notícias, acidentes, economia, política, policial, concursos, empregos, educação, ciência, saúde e cultura.

CG,

  • LEIA TAMBÉM

    16/07/2014

    Psicóloga da Seleção revela conversas com os jogadores na Granja Comary

    Divulgação

    Regina Brandão (centro da foto), a psicóloga que prestou assistência à Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo, compareceu hoje (16/7) ao programa Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo, e revelou o tom de algumas conversas que ela teve com os jogadores.

    Segundo a profissional, dois jogadores já haviam requisitado seu acompanhamento no amistoso com a Sérvia e voltaram a chamá-la no primeiro jogo da Copa, contra a Croácia. Regina ainda voltou à Granja Comary depois das partidas contra o Chile e a Colômbia.

    A psicóloga revelou que, na concentração, havia um “caldeirão de estresse” prestes a explodir. Os jogadores, segundo ela, apresentavam um excelente perfil individualmente, mas não conseguiram transformar as características de cada um em desempenho coletivo.


    Thiago Silva
    Fonte: Getty Images

    Além disso, ela contou que as críticas da imprensa contribuíram para abalar o emocional do grupo: “O problema é que eles têm celular e acesso a tudo. Falamos: ‘se preservem um pouco’, mas eles não aguentam. A primeira coisa que eles vão fazer é ver o que a mídia falou deles.”

    No programa Roda Viva, da TV Cultura, Regina falou sobre o descontrole emocional da Seleção diante da Alemanha na semifinal, que culminou no fatídico placar de 7 a 1. “Foi coisa do momento e, vou ter que falar, todo mundo entrou em pânico. E quando entra em pânico, você não pensa. A sensação do David nesse jogo, como no seguinte, foi tentar resolver por conta própria, e ele perdeu o coletivo. Cada um tenta resolver por conta própria”.

    De acordo com a psicóloga, esse desequilíbrio emocional não é incomum e já foi presenciado por ela em outras modalidades de esporte. Assista à gravação do programa Roda Viva com Regina Brandão no vídeo abaixo:









    Fonte; EMREUMO/JE
    Por: Raquel Praconi Pinzon