O mais longe que um time de jogadores em abstinência chegou foi às oitavas
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| Igor Akinfeev, goleiro da Rússia, dono do maior frango do Mundial, na primeira rodada: na seca total. |
A Copa do Mundo acabou mais cedo para as seleções que proibiram os jogadores de fazer sexo durante o período do mundial. Todas elas já estão eliminadas. Além de terem amargado a solidão, os boleiros agora amargam o insucesso no torneio.
Rússia, Bósnia e Herzegovina, Chile e México foram os únicos times que impuseram 100% de restrição aos jogadores. As duas últimas conseguiram chegar até às oitavas, mas sucumbiram ante adversários mais em dia na cama.
A lista de seleções faz parte de um levantamento publicado nesta quarta-feira (02/07) pelo periódico britânico The Independent. "Todas as seleções que impuseram a proibição ao sexo já foram eliminadas, o que sugere que a frustração sexual não dá aos jogadores uma vantagem importante em termos de motivação", analisa a publicação.
O próprio jornal, no entanto, lembra que muitos times que liberaram geral nas concentrações também já foram embora do Brasil. "Então não há necessariamente uma correlação", filosofa Christopher Hooton, autor do artigo. Em tom de brincadeira, ele especula se "apenas as preliminares" não seria a solução para um bom desempenho em campo.
Na Seleção do Brasil, o sexo está liberado pela comissão técnica, desde que dentro dos limites da normalidade e sem movimentos "acrobáticos", como definiu o técnico Luiz Felipe Scolari. Na França, a instrução é parecida: pode, mas sem exageros. Já os Costarriquenhos, zebras da Copa, se classificaram na abstinência total. Uma vez no mata-mata, com a pressão aumentando, o sexo foi liberado, para a alegria do elenco.
Fonte: OGlobo/JE
Da redação do Super Esportes DF /Correio Braziliense
Da redação do Super Esportes DF /Correio Braziliense
