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    17/06/2014

    Após ganhar sobrevida na Capital, PMDB luta para manter representatividade

    Partido se reúne na quarta-feira para definir chapa de candidatos para cargos proporcionais


    PMDB quer manter hegemonia no governo de MS
    Foto: Divulgação

    O comando regional do PMDB se reúne nesta quarta-feira (18/6), em Campo Grande, para definir a chapa de candidatos aos cargos proporcionais nas eleições deste ano em Mato Grosso do Sul. 

    Além da campanha do ex-prefeito Nelsinho Trad ao governo do Estado, o partido planeja montar uma chapa competitiva na tentativa de eleger boa representatividade na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa. 

    Segundo o presidente da executiva regional, deputado estadual Junior Mochi, a ideia é manter as quatro cadeiras na Câmara dos Deputados e eleger oito deputados estaduais em outubro. 

    Atualmente, atuam na Câmara Federal os deputados Akira Otsubo, Geraldo Resende, Marçal Filho e Fábio Trad. No Senado, representa o partido Waldemir Moka (PMDB). 

    O partido é também o de maior representatividade na Assembleia Legislativa, onde atuam os deputados Jérson Domingos, presidente da Mesa Diretora da Casa, Carlos Marun, Eduardo Rocha, Junior Mochi, Marquinhos Trad e Maurício Picarelli. 

    A convenção na qual o PMDB irá homologará suas candidaturas ao governo, Senado e aos cargos proporcionais está marcada para o dia 30 deste mês, último dia do prazo fixado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para realização das convenções partidárias. 

    Mochi adiantou que a executiva regional ainda está finalizando os detalhes para a oficialização da candidatura de Nelsinho Trad e da vice-governadora Simone Tebet, que concorrerá ao Senado dentro da coligação que terá como principal aliado o PSB do prefeito de Dourados, Murilo Zauith. 

    Como principais adversários à sucessão do governador André Puccinelli (PMDB), o partido deve enfrentar o senador Delcídio do Amaral (PT) e o deputado federal Reinaldo Azambuja (PSDB). 

    REVÉS 

    Fortalecido com o revés político ocorrido em Campo Grande a partir da cassação do prefeito Alcides Bernal (PP), o PMDB se organiza na tentativa de se manter no poder. 

    Derrotado nas eleições municipais de 2012 depois de uma hegemonia de mais de duas décadas à frente da prefeitura da Capital, o partido ganhou sobrevida após o processo de cassação do adversário. 

    Atualmente, o PMDB é o maior partido de Mato Grosso do Sul. Além de comandar o governo do Estado e a Assembleia Legislativa, o partido elegeu 21 prefeitos nas eleições municipais de 2012, mas perdeu cinco durante a onda de cassação de mandatos decretada pelo TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral).

    Foram afastados no ano passado Jácomo Dagostin (Guia Lopes); Getúlio Furtado Barbosa (Figueirão), Abraão Zacarias (Bela Vista), Fauzi Suleiman (Aquidauana) e Rosângela Baptista (Porto Murtinho).







    Fonte: conjunturaonline/JE
    Por: 
    Willams Araújo