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    07/04/2014

    Milhares acompanham velório de empresário roubado e morto em MS

    Após cinco dias desaparecido, vítima foi achada dentro de fossa.
    Cinco estão detidos suspeitos de envolvimento no crime.

    Velório do empresário Erlon Bernal (Foto: Glaucea Vaccari/G1 MS)

    Milhares de pessoas acompanharam o velório do empresário Erlon Peterson Pereira Bernal, de 32 anos, que foi morto após ter o carro roubado, em Campo Grande. Uma cerimônia realizada pela igreja a qual a vítima fazia parte, a Congregação Cristã no Brasil, foi realizada das 14h30 até as 16h. Depois, parentes e amigos seguiram para o enterro, no cemitério Jardim das Palmeiras.

    De acordo com Aparecido Gonçalves, que faz parte da comunidade evangélica, explicou ao G1 que o rito chama-se serviço divino de funeral, no qual são cantados hinos próprios, feitas orações e a leitura da Bíblia.

    Segundo ele, a Congregação permaneceu ao lado da família de Bernal. "A igreja está de luto”, disse.

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    Erlon Bernal foi visto pela última vez pela família no dia 1º de abril (terça-feira). Ele havia anunciado o veículo poucas horas antes em um classificados na web e saiu para mostrar o veículo a supostos compradores.

    De acordo com a delegada responsável pelas investigações, Maria de Lourdes Souza Cano, entre os presos estão o homem que teria entrado em contato com Erlon Bernal e o levado até a casa do bairro São Jorge da Lagoa, um morador do imóvel e o dono da funilaria onde o veículo da vítima foi encontrado.

    "Um deles ligou para a vítima, marcou de ver o carro na saída para São Paulo, recepcionou o Erlon e após verificar o veículo, falou que era para uma terceira pessoa e o levou até a casa onde teria acontecido tudo isso", fala a delegada.

    Segundo a titular da Delegacia Especializada de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (Defurv), a adolescente de 17 anos é namorada do morador da casa onde o corpo estava. A polícia acredita que o empresário foi morto na residência, com um tiro na cabeça, no mesmo dia que desapareceu (1º de abril). O cadáver foi jogado em uma fossa e coberto por entulho e lixo.

    Peritos voltaram na manhã desta segunda-feira (7) na residência em busca do projétil que teria atingido a cabeça de Erlon Bernal. De acordo com Amílcar da Serra, foi usado detector de metal para procurar o projétil, porém não foi encontrado.

    Divulgação

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    Do G1 MS/JE