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    quinta-feira, 24 de agosto de 2017

    Presidente Estadual do PTB-MS Nelson Trad Filho lembra 63 anos da morte de Getúlio Vargas

    Meus amigos da família PTB, hoje, 24 de agosto, faz 63 anos que Getúlio Vargas deixou a vida para entrar na história.

    Foto de 2016 quando o Dr. Nelsinho foi a São Borja participar da homenagem ao nascimento de Getúlio Vargas, que estaria completando 134 anos!
    De 1954 até hoje, nenhum presidente superou esse legado. O desenvolvimento do País, o avanço dos direitos sociais e, como se diz atualmente, a busca da redução da desigualdade entre os cidadãos de todas as regiões desta Nação devemos ao saudoso Vargas.

    O Partido Trabalhista Brasileiro jamais se esqueceu dele e não esquecerá, nem em comemorações e nem em suas propostas políticas.

    Presidente-símbolo e legítimo pai do povo

    Getúlio Dornelles Vargas nasceu em São Borja-RS, em 19 de abril de 1882, e morreu no Rio de Janeiro, em 24 de agosto de 1954. Foi advogado e político, chefe civil da Revolução de 1930, que pôs fim à República Velha, depondo seu 13º e último presidente, Washington Luís.

    Foi presidente da República em dois períodos. O primeiro teve duração de 15 anos ininterruptos, de 1930 a 1945, e dividiu-se em três fases: de 1930 a 1934, como chefe do governo provisório; de 1934 a 1937, como presidente da República do Governo Constitucional, tendo sido eleito presidente da República pela Assembleia Nacional Constituinte de 1934; de 1937 a 1945, enquanto durou o Estado Novo, implantado após um golpe de estado. No segundo período, em que foi eleito por voto direto, Getúlio governou o Brasil como presidente da República por três anos e meio: de 31 de janeiro de 1951 até 24 de agosto de 1954, quando se matou.

    Ele era chamado pelos seus simpatizantes de ‘o pai dos pobres’, frase bíblica e título criado pelo seu Departamento de Imprensa e Propaganda, enfatizando o fato de Getúlio ter criado muitas leis sociais e trabalhistas brasileiras.

    Getúlio Vargas suicidou-se com um tiro no coração, em seu quarto, no Palácio do Catete, na cidade do Rio de janeiro, então capital federal. Foi um dos mais controvertidos políticos brasileiros do século XX. Sua influência se estende até hoje.



    Fonte: ASSECOM
    Por: Denise Nantes


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