Campo Grande (MS),

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    terça-feira, 8 de novembro de 2016

    Figueirão e Cassilândia contempladas com obras da União

    Temer durante reunião com ministros em que retomada de obras foi discutida (Foto: Beto Barata / Presidência da República)

    Mato Grosso do Sul tem 44 obras, em 25 municípios, a um custo total de R$ 101,1 milhões, na relação de 1.110 projetos parados que o Governo Federal anunciou que retomará dentro dos próximos quatro meses em todo o Brasil. O anúncio da retomada foi feito nesta segunda-feira (7) pelo presidente Michel Temer (PMDB).

    Conforme lista do Ministério do Planejamento (clique aqui para ver) divulgada pela Agência Brasil, em Campo Grande está o maior número de obras paradas a serem retomadas. São 16 no total, sendo 14 creches, que somam um custo previsto de R$ 25,9 milhões.

    A segunda cidade sul-mato-grossense com mais obras a serem retomadas é Dourados, a 233 km da Capital. Constam na relação duas creches, além da segunda etapa do projeto de urbanização da região do Córrego Água Boa, este com custo estimado de R$ 7,9 milhões.

    Também constam na lista praças, quadras esportivas, obras de saneamento básico ou abastecimento de água. Em Três Lagoas, 338 km distante da Capital, por exemplo, deverá ser retomada uma construção de posto de saúde, onde o índice de conclusão está acima de 50% e restam aplicar R$ 500 mil.

    Em Iguatemi, no extremo sul, a 466 km de Campo Grande, a lista relaciona obras do Ministério das Cidades em área de várzea e lixão, com custo de R$ 1,6 milhão. Em Coxim, 260 km ao norte da Capital, deve ser retomada obra de urbanização da Lagoa Nova Coxim e Piracema I, orçadas em R$ 2,4 milhões.

    O maior custo unitário de uma obra a ser retomada, em Mato Grosso do Sul, está em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai, a 320 km da Capital. Lá, conforme a lista do Governo Federal, devem ser gastos R$ 9,3 milhões em obras de abastecimento de água.

    Em seguida, aparece projeto de R$ 8,1 milhões em Corumbá, na região pantaneira, 420 km a oeste de Campo Grande. O custo é para o projeto de urbanização dos bairros Cristo Redentor e Guatós, sob competência do Ministério das Cidades.

    Custo razoável 

    Segundo Temer, o custo total do plano de retomadas envolve uma “importância razoável” na casa dos R$ 2 bilhões. A relação de projetos, todos previstos no PAC 2 (Programa de Aceleração do Cresimento), foi obtida após discussão com os ministros, levando-se em conta empreendimentos considerados prioritários e com gastos entre R$ 500 mil e R$ 10 milhões cada.

    “Esta tese de prosseguir nas obras que estão paralisadas tem em vista o que o governo quer. Gerar empregos. Estas obras terão como critério a transparência e inaugura o Governo Digital por meio do aplicativo Desenvolve Brasil, que será pioneiro na governança digital. Qualquer cidadão poderá acompanhar as ações e fazer sugestões”, afirmou Temer.

    Lista 

    Abaixo a relação dos municípios e o número de obras em cada um deles. Detalhes também podem ser conferidos na lista completa divulgada pelo Ministério do Planejamento – clique aqui.

    Campo Grande – 16 obras
    Dourados – 3
    Ponta Porã – 2
    Juti – 2

    (todos abaixo, com um projeto cada)

    Anastácio
    Aquidauana
    Bela Vista
    Cassilândia
    Coronel Sapucaia
    Corumbá
    Coxim
    Douradina
    Figueirão
    Iguatemi
    Ivinhema
    Japorã
    Ladário
    Nioaque
    Pedro Gomes
    Rochedo
    Santa Rita do Pardo
    Sete Quedas
    Sidrolândia
    Tacuru




    Fonte: campograndenews
    Por: Waldemar Gonçalves

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