Campo Grande (MS),

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    terça-feira, 18 de outubro de 2016

    Comarca de Naviraí realizou o 1º Curso Preparatório à Adoção

    Divulgação

    No dia 7 de outubro, no plenário do Tribunal do Júri, Naviraí sediou o 1º Curso Preparatório de Adoção da comarca e circunscrição para pretendentes à adoção do município, além das cidades de Mundo Novo, Eldorado e Itaquiraí. Do evento participaram juízes, servidores e representantes de entidades locais. 

    Na abertura, o juiz Paulo Roberto Cavassa de Almeida, titular da Vara da Infância e Juventude da comarca, ressaltou a importância da capacitação, destacando que com as novas resoluções do Conselho Nacional de Justiça, a realização do curso tornou-se requisito obrigatório para a habilitação à adoção, razão pela qual passará a fazer parte do calendário da Vara da Infância e Juventude da comarca, com a oferta de dois cursos dessa natureza por ano. 

    “O curso é de suma importância para esclarecer à comunidade as alterações legais e regulamentares que passaram a exigir o preenchimento de requisitos objetivos no procedimento judicial, o que tornou a habilitação mais transparente e eficaz, reforçando a possibilidade de sucesso na adoção”, ressaltou Cavassa.

    Em seguida, o juiz Guilherme Henrique Berto de Almada, da 2ª Vara da comarca de Mundo Novo, proferiu palestra abordando os aspectos legais da adoção e as diretrizes do Cadastro Nacional de Adoção (CNA).

    Houve ainda a participação do Núcleo Psicossocial das comarcas de Naviraí e Mundo Novo, representados pela psicóloga Joice Marques; assistentes sociais Juliana Godoy e Vagner Nunes, que abordaram os aspectos psicossociais da adoção, com esclarecimentos sobre adoção tardia, preconceitos, mitos e as semelhanças entre o filho biológico e o adotivo.

    Representantes do Grupo de Apoio a Adoção de Dourados (GAAD) fez uma apresentação que, além de incentivar a criação de um grupo na sociedade naviraiense, trouxe um pouco das experiências, dificuldades e superação de obstáculos no processo de adoção, principalmente a adoção tardia, oportunidade que a mãe e a filha de 17 anos, testemunharam sua história de vida e o amor que foi construído ao longo de cinco anos.






    Fonte: ASSECOM/TJMS

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