Campo Grande (MS),

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    05/02/2019

    Na Assembleia, audiências públicas vão discutir aumento nas contas de energia

    Parlamentares desistiram da reunião e agendaram duas audiências. A primeira está marcada para o dia 13 de fevereiro, convocada pelo deputado Marçal Filho (PSDB)

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    Na primeira sessão legislativa de 2019, deputados estaduais decidiram que o aumento das contas de energia – reclamação que tem pautado discussões em todo o estado – será abordado em duas audiências públicas.

    O primeiro encontro ocorre no dia 13 de fevereiro, às 14h, solicitada pelo deputado Marçal Filho (PSDB), ocasião que une representantes da Energisa e pessoas, órgãos, instituições e entidades que se sentiram prejudicadas com o aumento entendido como desproporcional.

    Outra audiência, um pedido do líder do governo na Assembleia José Carlos Barbosa (DEM), ficou agendada para o dia 13 de março, também às 14h, mas a realização depende dos resultados obtidos no primeiro encontro público.

    “Se faltar alguma cosia a gente faz a segunda e depois das informações vamos decidir o que fazer com isso, as informações podem bastar ou podemos tomar uma atitude mais séria, ou se algum deputado quiser pode pedir CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito]”, afirmou o presidente da Casa, deputado Paulo Corrêa (PSDB).

    “Não vamos no antecipar. Primeiro vamos realizar as duas audiências para depois decidir. Os deputados vão decidir sobre a próxima audiência”, complementou.

    Além das audiências públicas, o deputado do PT Pedro Kemp pediu uma reunião entre os deputados e a diretoria da empresa para o dia 18 de fevereiro, que pode ocorrer, ou não, de acordo com a primeira audiência pública.

    Os parlamentares têm sido pressionados por reclamações vindas de todo o estado. Em Campo Grande a situação já gerou questionamentos na Câmara Municipal e o Procon municipal resolveu abrir uma força-tarefa para avaliar o motivo do aumento. A cada ano, especialmente no fim e no começo, as contas dos consumidores apresentam valores considerados altos e são alvo de reclamação.

    Fonte: campograndenews
    Por: Izabela Sanchez e Leonardo Rocha



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