Campo Grande (MS),

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    04/12/2018

    Dois pistoleiros brasileiros são presos por morte de paraguaia na fronteira

    Alba Luz Godoy Chávez, de 30 anos, foi executada a tiros na frente de sua casa em Capitán Bado, no dia 13 de novembro

    Os dois brasileiros presos nesta manhã em Capitán Bado ©Amambayahora
    Dois brasileiros, apontados como os pistoleiros que mataram uma cidadã paraguaia em novembro deste ano foram presos na manhã desta terça-feira (4) em Capitán Bado, cidade vizinha de Coronel Sapucaia, a 400 km de Campo Grande.

    Maxwell Ramos de Oliveira Luiz, 18, morador em Limeira (SP), e Natanael Abreu da Silva, 26, de Fortaleza (CE), são acusados pelo assassinato de Alba Luz Godoy Chávez, 30, ocorrido no dia 13 do mês passado.

    De acordo com a polícia, Maxwell usava documento falso em nome de Matheus José de Oliveira Luiz, 20. Ele tinha sido preso por tráfico de drogas em fevereiro deste ano e no dia 12 do mês passado, um dia antes do assassinato de Alba, fugiu do presídio de Nova Andradina (MS).

    Os policiais paraguaios suspeitam que Natanael também tenha apresentado documentos falsos, mas a verdadeira identidade dele ainda não foi descoberta. Os investigadores ainda não deram detalhes da investigação, nem revelaram qual dos presos disparou os tiros.

    Acusada de mandar executar os mandantes da morte do marido Adib Morel Dutra, 42, – ocorrida em 3 de dezembro de 2017 – Alba estava sentada em frente a um residencial quando o pistoleiro se aproximou e a alvejou com cinco tiros de pistola calibre 9mm.

    Os brasileiros foram presos por agentes da divisão de investigação criminal da Polícia Nacional do Paraguai. Eles foram localizados em uma casa na Colônia Mariscal Lopez.

    Foram apreendidos com a dupla um rifle, duas pistolas com carregadores, sete celulares, rádio comunicador e vários documentos. O mandado de busca foi expedido pelo juiz Cristhian Sanchez Zaracho e cumprido pela equipe chefiada pelo comissário Abelardo Acosta e pelo promotor Leonardo Caceres.

    Fonte: campograndenews
    Por: Helio de Freitas, de Dourados



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