Campo Grande (MS),

  • LEIA TAMBÉM

    26/06/2018

    A convite do senador Pedro Chaves, ministros vêm a Campo Grande para Fórum de Segurança nas Fronteiras

    ©Divulgação
    O senador Pedro Chaves (PRB) realiza em Campo Grande, no próximo dia 19 de julho, a primeira reunião do Fórum Permanente de Segurança na Fronteira de Mato Grosso do Sul. O encontro, que tem confirmada a presença dos ministros da Segurança Pública, Raul Jungmann, e da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, tem como objetivo debater e implementar políticas eficientes de segurança na região fronteiriça.

    “A fronteira é a entrada do contrabando e do tráfico em nosso país, por isso, precisamos de apoio político para defende-la e garantirmos maior segurança aos nossos estados. Além da presença dos ministros, o debate vai contar com a participação de agentes de segurança, como Abin (Agência Brasileira de Inteligência), policiais Federal, Rodoviária Federal, Militar, Civil, Forças Armadas, além de membros do Judiciário, Legislativo e Executivo”, comentou o senador.

    Com aproximadamente 17 mil quilômetros de fronteira seca e 7,5 mil quilômetros de fronteira marítima, o país sofre com o crescimento da violência e disputa entre facções na região. Com isso, o ministro da Segurança Pública Jungmann pediu em abril para que o senador Pedro Chaves encabeçasse o debate.

    A Frente vai discutir e propor soluções de combate aos crimes fronteiriços de todo o país, mas Mato Grosso do Sul foi escolhida estrategicamente para iniciar esse debate devido as fronteiras com Paraguai e Bolívia, rotas de contrabando e tráfico.

    “A preocupação muitas vezes está na ponta, como é o caso do Rio de Janeiro, que sofre com altos índices de violência. Mas se formos mais estratégicos vamos perceber que muitas das armas que abastecem o crime organizado entram por nossas fronteiras, um negócio que movimenta uma fortuna em contrabando e tráfico, e que precisa ser combatido de forma eficaz”, explica Pedro Chaves.

    O local e horário para a reunião ainda não foi definido, mas a data já foi confirmada pelas autoridades.

    ASSECOM


    Imprimir