Campo Grande (MS),

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    09/02/2018

    Governo de MS investiu R$ 94,8 milhões na estrutura de escolas

    Escolas de todas as regiões já foram beneficiadas pelas ações do poder Executivo.

    População indígena também recebeu atenção do governador Reinaldo Azambuja (Foto: Chico Ribeiro)
    O governo do Estado investiu nos últimos três anos R$ 94,8 milhões em construções, reformas e ampliação de escolas da rede estadual de ensino.

    As intervenções tiveram de ser feitas em várias unidades de ensino. Em algumas foi preciso substituir toda a fiação, que não suportava a instalação de ar condicionado, além de manutenções hidráulicas e nos banheiros. Também foram feitas adequações às normas de acessibilidade para garantir o acesso de estudantes e integrantes da comunidade escolar que possuem limitações de locomoção. Em geral, as reformas abrangeram desde elétrica e hidráulica ao telhado, pintura, acessibilidade e ampliação com construção de laboratórios e bibliotecas, modernizando as estruturas existentes.

    “É um espaço que será usado não só para o lazer, para o esporte, mas também para promover a integração da comunidade escolar e das famílias”, afirmou o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), ao entregar a quadra coberta na Escola Estadual Zumbi dos Palmares, na comunidade quilombola Furnas do Dionísio, em Jaraguari. Duas vezes por semana o espaço é aberto para atividades recreativas que envolvem a comunidade.

    Prédios históricos também foram beneficiados, como em Miranda, onde a escola Caetano Pinto, inaugurada em 1922, que aguardava há 24 anos por manutenção, recebeu ampla reforma estrutural. “Estamos ganhando uma nova escola, com acessibilidade, piso nos corredores, salas arejadas, salão de jogos, novo reservatório de água, biblioteca, um ginásio com arquibancada”, destacou a diretora Edina Barbier Silva.

    Construído em 1963, o prédio da escola José Bonifácio, em Porto Murtinho, foi interditado pelo Corpo de Bombeiros após a estrutura começar a ceder. Azambuja determinou a reforma estrutural que está em andamento e irá revitalizar a escola desde as bases.

    Também em andamento estão as intervenções na escola Braz Sinigáglia. “Essa obra é um sonho realizado, pois temos esse prédio construído nos anos de 1960, com a última reforma, uma pintura, em 1993. Desde então, não foi feita nenhuma melhoria”, revelou a diretora Glaucia Patrícia Bravin de Sá. No local, os estudantes sofriam até com goteiras e se mobilizaram pedindo ajuda do governador, que atendeu ao pedido e deu início às obras em fevereiro deste ano.

    Em Maracaju, todas as escolas estaduais receberam melhorias em suas instalações físicas. Com investimentos de R$ 5,2 milhões, o governo beneficiou mais de dois mil estudantes com as obras, que corrigiram desde problemas estruturais e levaram modernização, como na escola Cambarai onde foi inaugurado sistema de climatização nas salas de aula.

    No caso das reformas, as melhorias foram necessárias para garantir a segurança dos alunos e professores, além de melhorar o conforto que acaba se refletindo na melhora do aprendizado. “Havia escolas com 20, 30 e até 40 anos sem reforma. Tivemos que investir na recuperação das estruturas existentes porque os prédios da rede estadual estavam em condições precárias”, explica o engenheiro e diretor-geral de Infraestrutura da SED (Secretaria de Estado de Educação), Paulo Henrique Malacrida.

    A população indígena recebeu atenção especial. Com investimentos de R$ 1,8 milhão do Estado e governo federal, foi entregue em 2016 a Escola Estadual Atanásio Alves, na Aldeia Lalima, em Miranda. Com seis salas de aula e quadra de esportes com arquibancada, a unidade foi feita seguindo padrão da arquitetura indígena.

    O distrito de Indápolis, em Dourados, também recebeu nova escola, a Joaquim Vaz de Oliveira. Junto com a Escola Estadual Rita Angelina Barbosa Silveira, construída no bairro Estrela Porã, o governo criou mil novas vagas no município, além de construir um centro de educação profissional. Outra unidade profissionalizante foi entregue em Chapadão do Sul. No local, são oferecidos cursos técnicos em Açúcar e Álcool e Agricultura e Informática com o objetivo de atender à demanda da atual vocação econômica da região.

    Fonte: campograndenews
    Por: Marta Ferreira


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