Campo Grande (MS),

  • LEIA TAMBÉM

    26/02/2018

    Deputada Mara Caseiro visita Centro de Recuperação de dependentes químicos em Camisão

     © Patrícia Mendes 
    A deputada estadual Mara Caseiro (PSDB) esteve na última quinta-feira (22) em Aquidauana, onde visitou o Centro de Recuperação Lar Betânia, distrito de Camisão. Recebida pelo diretor da entidade, Roney Brito, a deputada conheceu as dependências e o tratamento desenvolvido naquela entidade.

    Com capacidade para 60 internações, a instituição acolhe hoje 38 pacientes, todos do sexo masculino. O tratamento tem duração de nove meses a um ano e alia atividades esportivas, auxilio espiritual, agricultura orgânica e a inserção, pós tratamento, no mercado de trabalho. Para manter a unidade, a entidade conta com doações da comunidade, e a venda dos produtos cultivados na horta local.

    De acordo com a deputada, a assistência espiritual supre a necessidade humana de superar os sofrimentos causados pela dependência e fornece instrumentos capazes de promover a recuperação. “Estivemos no Centro de Tratamento Lar Betânia e pude observar o trabalho sério e responsável que é feito naquela entidade no tratamento e recuperação de dependentes químicos. Ouvimos o testemunho de um ex-dependente, que hoje continua no centro de tratamento dando aporte voluntário à entidade, pois ao sair do tratamento pôde realizar um curso superior, e hoje ajuda na salvação de vidas”, disse.

    “Precisamos valorizar um trabalho tão importante como este. Quero parabenizar o diretor da entidade Roney e o Dr. Gideão, idealizador do centro de recuperação, pelo trabalho responsável por recuperar vidas de pessoas fragilizadas pelo vício das drogas. É preciso que a sociedade se solidarize para que o Lar Betânia continue prestando este serviço de acolhimento e salve mais vidas. Com certeza essa Casa tem meu apoio e vou levar as reivindicações, no sentido de que o estado possa dar aporte e ajuda para que o Centro possa se manter e ser mais produtivo”, destacou a parlamentar.

    Fonte: ASSECOM
    Por: Patrícia Mendes 


    Imprimir