Campo Grande (MS),

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    07/02/2018

    Bolsonaro mantém dianteira na pesquisa para presidente e Coronel David já é o 4° para governador

    Na pesquisa estimulada, Coronel David saltou do sétimo lugar com 1,13% para quarto com 5,55%

    © Divulgação
    Uma pesquisa realizada pelo Instituto Ranking Comunicação entre os dias 1º a 05 de fevereiro apontou que a população de Mato Grosso do Sul está cada vez mais convencida de que Coronel David é um bom nome na disputa pelo Governo do Estado em 2018. 

    De acordo com os números, Coronel David aparece em 4° lugar na pesquisa espontânea com (3,33%), logo atrás de Odilon com (17,50%), Reinaldo Azambuja (12,16%) e André Puccinelli (10,83%). Já na pesquisa estimulada, Coronel David contabilizou números expressivos comprovando a confiança da população, saltando do sétimo lugar com (1,13%) para o quarto lugar com (5,55%). 

    “Agradeço a confiança dos sul-mato-grossenses, me sinto honrado e cada vez mais preparado para representar os interesses da população em projetos futuros para MS e contamos também com o apoio da sociedade para eleger Jair Bolsonaro presidente da República", disse Coronel David”. 

    Foram feitas 1.200 entrevistas em oito regiões que abrangem os 79 municípios de Mato Grosso do Sul. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro 2,83% para mais ou para menos. Já na disputa pela presidência, o candidato de Coronel David, Jair Bolsonaro (PSC) lidera em 1° lugar com 19% sem a presença de Lula, de acordo com a pesquisa do Instituto Datafolha divulgada no dia (31) pelo Jornal “Folha de São Paulo”. 

    Confiança

    Como reconhecimento pelo seu trabalho realizado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul enquanto foi deputado estadual durante 1 ano e 8 meses, (2016 e 2017), Coronel David foi indicado como o único parlamentar a estar entre os TOP 5 dos políticos de Mato Grosso do Sul. A avaliação foi feita pelo MBL (Movimento Brasil Livre), onde foram analisados “critérios técnicos” como trabalhos feitos em 2017, iniciativa parlamentar, liberalismo econômico, projetos, votações durante as sessões no ano e a renovação na política.

    Fonte: ASSECOM


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