Campo Grande (MS),

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    20/11/2017

    Sucesso do ‘Dia D da Saúde Indígena’, a cura do corpo e da alma

    Mais importante do que os 3.146 atendimentos realizados entre os dias 18 e 19 de novembro, foram as duas vidas salvas, mãe e filho, graças a ultrassonografia realizada que constatou o risco iminente de morte.

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    Foram oferecidos nos dias do “Dia D de Saúde Indígena”, uma parceria, na área da saúde, entre o Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul (DSEI-MS), Secretaria de Estado de Saúde (SES), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e Hospital do Câncer de Barretos, 3146 atendimentos e procedimentos médicos.

    Foram oferecidos serviços de Urologia, Ortopedia, Oftalmologia, Cardiologia, Dermatologia, Biópsia bucal, Ultrassom, Ecocardiograma, Eletroencefalograma, Saúde Bucal (UFMS), Saúde Bucal (SESAI), Mamografia (Hospital do Câncer de Barretos – HCB), Preventivo (HCB), Glicemia jejum, PSA, Posto de Saúde (Atendimento médico genérico), Saúde bucal (escovação), Saúde Bucal Odontomóvel.
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    Também foram emitidas carteiras de identidade (400) pela Secretaria de Justiça do Estado do Mato Grosso do Sul, carteiras de artesão pela Subsecretaria de Políticas Públicas para a População Indígena e disponibilizado espaço para os artesãos. As crianças tiveram vez em equipamentos disponibilizados pela Fundesporte, que também patrocinou um campeonato de futebol Inter Aldeias da região.
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    Vida Salva

    Ainda que se ressalte a importância da ação para cada pessoa e para os órgãos públicos e profissionais envolvidos, duas vidas, mãe e filho, foram salvas graças à ultrassonografia realizada – a paciente aguardava por isso desde o início da gravidez. Foi constatado problemas na gestação e a paciente encaminhada por ambulância ao hospital municipal e submetida à cesariana de emergência. Mãe e filho estão salvos e bem. Compensou todo o esforço realizado pelas equipes da DSEI/DIASI e demais profissionais envolvidos.

    Cura do corpo, cura da alma

    A união das aldeias e das famílias marcou também o evento. A praça onde esteve montada a estrutura para acolhimento e atendimento se transformou num local para conversas, aproximações e reaproximações. Ninguém saiu, mesmo depois do atendimento, ficaram proseando por um bom tempo.

    Afinal, mente sã em corpo são, Acreditamos que o principal objetivo do Dia D da Saúde Indígena foi alcançado.

    Agradecemos a parceria da Polícia Rodoviária Federal, dos Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul, da Associação Brasileira de Odontologia, da Agraer e dos caciques, capitães, lideranças e da população das nove aldeias atendidas: Argola, Babaçu, Cachoeirinha, Lagoinha, Lalima, Acampamento Mãe Terra, Moreira, Morrinho e Passarinho.

    Fonte: ASSECOM
    Por: Dirceu Martins


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