“Ele nunca mais bateu bem” depois que foi atropelado e passou por cirurgia
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O abusador narrou a mesma história ao ser detido na manhã deste sábado, após se masturbar com o órgão genital sobre uma mulher sentada em um ônibus e tentar segurá-la para que não pedisse ajuda. Em depoimento informal ao delegado Rogério Nader, Diego disse que começou a ‘sentir necessidade’ de praticar os abusos contra mulheres depois de ficar internado por dois meses, parte em estado de coma.
O pai também disse temer que o filho seja considerado um estuprador ‘normal’ por outros presos e agredido se for levado a uma prisão comum. “Melhor é um tratamento para, mais tarde, ele reconhecer o que fez e pedir perdão, sei lá, perdão a Deus pelo que fez", sugeriu.
Fonte: Estadão