Notícias, acidentes, economia, política, policial, concursos, empregos, educação, ciência, saúde e cultura.

CG,

  • LEIA TAMBÉM

    01/09/2017

    Confusão em bairro termina com um preso e mulher ferida

    Vítima é usuária de drogas e foi agredida por cinco vizinhos

    Viaturas da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros em atendimento no bairro Coronel Antonino (Foto: Rafael Ribeiro)
    Uma mulher de 33 anos foi levada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Coronel Antonino depois de ser agredida pelos próprios vizinhos. O marido da vítima de 48 anos chegou a tentar impedir as agressões, porém desacatou a polícia e acabou preso.

    A confusão aconteceu no início da tarde desta sexta-feira (1º), por volta das 12h30, entre as ruas Nações Unidas e Bento Gonçalves, no bairro Coronel Antonino, região norte da Capital.

    A vítima não teve o nome revelado pela polícia, porém segundo seus familiares é usuária de drogas.

    Conforme relatos dos parentes, que não quiseram se identificar, após usar entorpecentes é comum a mulher deitar no meio da rua para tentar se matar ou arrumar confusão ofendendo e jogando pedras em vizinhos.

    Cansados da situação, um grupo de pelo menos cinco pessoas, que ainda não foram identificadas resolveu fazer justiça com as próprias mãos.

    A mulher foi arrastada e agredida pelo grupo. O marido tentou impedir a ação e chegou a brigar com os agressores.

    Devido a confusão, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram chamados. Contudo, na chegada das viaturas, o homem, que estava muito agitado ofendeu os militares e acabou preso por desacato. Ele foi levado para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário).

    A mulher sofreu diversas escoriações pelo corpo e foi levada até a UPA do bairro.

    Desabafo – O mecânico Josias Fonseca, 41 anos, que é morador do bairro, disse que a mulher tem um filho de 17 anos, que já tentou interná-la, porém seu companheiro não deixa. “Já estava na hora de alguém tomar alguma atitude”, afirma.

    De acordo com um familiar, que preferiu o anonimato, o casal está junto há um ano, mesmo período em que as confusões acontecem.

    Fonte: campograndenews
    Por: Guilherme Henri e Rafael Ribeiro


    Imprimir