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    07/04/2016

    Carlão reclama do não comparecimento de secretário da Seintrha e afirma que será convocado para falar das obras paradas

    vereador Carlos Augusto Borges (Carlão PSB) - Arquivo

    O vereador Carlos Augusto Borges (Carlão PSB) secretariou na tarde desta quinta-feira (7) audiência pública sobre Obras Paradas realizada pela Comissão de Obras e Serviços Públicos da Câmara, presidida pelo vereador Chiquinho Telles, que reuniu lideranças comunitárias de diversas regiões de Campo Grande. Carlão reclamou do não comparecimento do secretário o titular Seintrha (Secretário Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação), Amilton Cândido de Oliveira e ressaltou que um dos encaminhamentos será uma nova audiência, desta vez com empreiteiros das obras paralisadas com a presença do titular da Seinthra e do Promotor do Ministério Público Eduardo Franco Cândia.

    “É um desrespeito com a população que veio a Casa esclarecer sobre um assunto tão importantes. São centenas de obras paralisadas ocasionado em inúmeros prejuízos ao erário público e o secretário não vem dar as devidas informações? Não vamos aceitar! Se preciso vamos convocar o Amilton Cândido. Também vamos marcar uma nova audiência, desta vez com empreiteiros das obras paralisadas, com a presença do titular da Seinthra e do Promotor do Ministério Público Eduardo Franco Cândia. Também vamos encaminhar requerimento cobrando cópias de todos os contratos das obras paradas”, disse Carlão.

    Já o gerente regional da Caixa Econômica Federal, Dr. Paulo Cesar, respondendo as perguntas das lideranças afirmou que prefeitura de Campo Grande terá que devolver o dinheiro liberado, por meio de convênios, caso não conclua as obras que contam com recursos federais.

    “A Caixa é uma facilitadora de repasses. Todo e qualquer aumento de custo causado pelo atraso na obra cabe sempre à Prefeitura. Se não concluir, devolve o valor do contrato corrigido. Todos os atrasos ou paralisações, a Caixa fez formalmente manifestação ao Poder Público. Nunca aconteceu de a Prefeitura receber e não concluir a obra. A Caixa paga as parcelas por medição. Para liberar a parcela, a Prefeitura tem que prestar contas da anterior”, continuou.

    O representante da Caixa também afirmou que tem cerca de 500 milhões em recursos liberados para a prefeitura de Campo Grande e que ainda estão em fase de licitação.



    Fonte: ASSECOM