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    15/09/2015

    Delcídio diz que medidas são duras e exigirão esforço de articulação

    líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT/MS)

    O líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT/MS), classificou como "duras" as medidas tomadas pela equipe econômica para combater a crise e gerar um superávit de 0,7% nas contas da União em 2016. Segundo Delcídio, elas vão exigir uma ação muito forte dentro do Congresso no que se refere a projetos de lei, medidas provisórias e propostas de emendas constitucionais.

    "Nós vamos ter que fazer um grande trabalho no Senado e na Câmara para aprovar essas medidas. É um processo difícil que vai nos levar a trabalhar fortemente com a base do governo, com as nossas bancadas. A presidenta Dilma está fazendo um esforço grande com as lideranças e ao longo desta terça-feira conversou com os presidentes das duas casas, da Câmara e do Senado. Nós vamos trabalhar duro até dezembro para tentar fechar tudo isso, concomitantemente com a aprovação do Orçamento de 2016", afirmou o senador.

    Mesmo prevendo dificuldades na discussão de algumas medidas, o líder do governo está otimista e prevê o apoio de lideranças como os governadores para a aprovação de ítens polêmicos como a CPMF.

    "Eu mesmo, quando fui relator do Orçamento Geral da União em 2008, trabalhei com uma previsão de déficit porque a receita caiu por causa da bolha imobiliária nos Estados Unidos, e depois a crise na Europa. Mas o governo achou que não devia encaminhar dessa maneira. Agora , encontrou os meios, através de cortes em vários programas e a reforma administrativa que , juntos, vão zerar o déficit. Nós vamos ter uma atenção grande com relação a esse tema e trabalhar duramente para aprová-lo. No caso específico da recriação da CPMF acho que podemos contar com o auxílio dos governadores , porque os estados, se houver um aumento da alíquota, também serão beneficiados" , avalia Delcídio.



    Fonte: ASSECOM