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| deputado estadual Barbosinha (PSB) |
De acordo com o relatório emitido pelo Conselho Institucional de Segurança de Dourados (COISED), a ativação do IML depende da obtenção de um alvará sanitário expedido pela Vigilância Sanitária Estadual e licença de operação emitida pelo Instituto de Meio Ambiente de Dourados. A Agência Estadual de Gestão e Empreendimentos (Agesul), órgão responsável pela construção do instituto já foi comunicado pela Vigilância Sanitária Estadual em relação às modificações que devem ser feitas para a liberação do prédio.
Segundo o deputado Barbosinha, é inadmissível que a segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul, que atende aos 11 municípios que compõem a região da Grande Dourados ainda não disponha de um Instituto Médico Legal, ficando a mercê de estabelecimentos funerários locais para realização dos procedimentos de perícia.
“Enquanto o prédio permanecer inativo todos os serviços de perícia continuarão sendo realizados nas funerárias da cidade, comprometendo assim, em decorrência da precária estrutura, a qualidade e a segurança das informações emitidas nos laudos periciais. A falta de um IML está fazendo com que muitos cadáveres sejam enterrados como indigentes, em decorrência de não haver câmara fria para conservar os corpos, assim as empresas tem que apressar o sepultamento antes que o corpo entre em estado de putrefação”, enfatizou Barbosinha.
As obras necessárias, segundo informações concedidas pelo COISED, estariam orçadas em menos de R$ 10 mil. “Esse valor é irrisório se comparado aos benefícios que o município terá com o funcionamento do IML”, finalizou o parlamentar.
Fonte: ASSECOM
Por: Regiane Ribeiro
