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Líder em pesquisas de opinião e correligionário da atual presidente da República, o senador Delcídio do Amaral foi o principal ‘alvo’ dos adversários no segundo debate promovido pelo Midiamax, na noite desta segunda-feira (22/9).
Nos dois blocos em que os candidatos escolhiam a quem fariam suas perguntas, o petista foi acionado um total de seis vezes em doze questionamentos feitos.
No terceiro bloco do debate, o candidato sorteado da vez escolhia a quem faria a pergunta e, ainda, quem comentaria a resposta. Nesta parte, Delcídio foi escalado por Nelsinho Trad (PMDB) para comentar uma questão, enquanto o petista recebeu questionamentos diretos de Evander Vendramini (PP) e de Reinaldo Azambuja (PSDB).
A sequência era ainda mais direta: o candidato sorteado escolhia diretamente a quem iria apresentar uma pergunta. Neste bloco, Delcídio teve de responder a perguntas de Nelsinho, Monje e Reinaldo.
Nelsinho, no terceiro bloco, colocou educação na pauta do debate. Escalou Sidney Melo (PSOL) para a resposta, mas apontou Delcídio para o comentário posterior.
Ainda neste bloco, Evander quis saber diretamente de Delcídio se ele concorda que a cassação de Alcides Bernal da Prefeitura de Campo Grande foi golpe político. O petista assinou embaixo da tese pepista, contra-atacando em críticas ao PMDB e PSDB.
Delcídio também respondeu a Reinaldo em relação a investigação na Polícia Federal. Nesta, o tucano ainda escalou Nelsinho para os comentários – e, além disso, em blocos anteriores, por sorteio, Delcídio já havia sido questionado sobre denúncias de irregularidades envolvendo a Petrobras.
O bloco seguinte era do embate direto: o candidato da vez escolhia a quem iria perguntar e ponto. Desta vez, Delcídio foi acionado em três das seis questões: por Nelsinho, sobre ICMS e política tributária; por Monje, sobre profissionais da saúde; e por Reinaldo, em relação a investimentos do BNDES em países vizinhos.
A reação foi imediata. Minutos após o fim do debate, Delcídio postou no Facebook: "Tristemente, meus adversários, num claro sinal de desespero, não falam sobre o Mato Grosso do Sul e só fazem ataques levianos, desrespeitando os eleitores que gostariam de ouvir nossas propostas".
Em entrevista após o debate, Delcídio e Nelsinho saíram reclamando sobre excesso no fogo dos adversários. "Avalio como bom o debate, mas acredito que os ataques foram excessivos", comentou o peemedebista.
Reinaldo e Sidney viram diferente. Falaram que o debate serviu para mostrar os projetos e propostas de governo à população.
"Foi um baita de um debate e os candidatos tiveram um bom espaço para poder mostrar suas ideias", falou o candidato do PSOL. O tucano elogiou o espaço e oportunidade que teve para cobrar explicações do petista.
Para Evander, os candidatos "mais conhecidos" foram evasivos quando questionados diretamente e "o eleitor está vendo isso". Na visão do pepista, "só está começando o dedo na ferida" e reclamou falta de sinceridade dos adversários.
Monje disse ter sido claro que os demais candidatos mentiram durante o debate. O PSTU, disse ele, foi quem respondeu sinceramente.
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Fonte: Midiamax/JE
Por: Waldemar Gonçalves, com a redação
Por: Waldemar Gonçalves, com a redação
Foto: Gérson Walber, Minamar Júnior, Luiz Alberto
