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    03/09/2014

    Ladrões arrancam dente de comerciante torturado durante assalto a bar no Noroeste

    Foto: Minamar Junior

    Por trinta minutos, o comerciante Antonio José Mantiniaro, de 57 anos, passou por torturas e agressões na manhã desta quarta-feira (3/09). Ele chegou a perder um dente com um pontapé. Um dos ladrões foi detido e encaminhado para a Derf (Delegacia Especializada de Roubos e Furtos). A ação foi realizada pela equipes do 9º BPM (Batalhão da Polícia Militar), do Pelotão do Parque dos Poderes.

    Foto: Minamar Junior

    Um dos ladrões foi identificado como Welington Vengo Braga, de 23 anos. Ele está foragido do regime semiaberto, que cumpre pena pelos crimes de roubo, furto e receptação. Já o comparsa conseguiu fugir, mas foi identificado como “Pajé”.

    A vítima disse que estava no estabelecimento quando os suspeitos invadiram o local. “Eles moram no bairro e são conhecidos, nunca achei que fariam isso”, fala a vítima ainda em estado de choque.

    Antônio José estava sozinho na hora do assalto. “Eles estavam armados com revólveres e partiram para cima de mim pedindo armas, mas eu não tenho”, se explica.

    A vítima teve diversos ferimentos provocados por soco, chutes e coronhadas. Os gritos chamaram a atenção dos vizinhos, que acionaram a polícia acreditando que se tratava de uma briga de bar e não de um assalto.

    Foto: Minamar Junior

    O empresário chegou a ser levado para a própria residência, que fica nos fundos do bar. “Sempre vi violência na televisão, mas nunca achei que aconteceria comigo, ainda bem que minha esposa estava trabalhando fora”, lembra.

    Ele chegou a ficar trancado no banheiro, enquanto a dupla revirava o local. Com isso, os militares chegaram ao estabelecimento e ainda flagraram a dupla, que pulou o muro.

    Os policiais do 9º BPM iniciaram uma perseguição. Eles acionaram a Polícia Civil e juntos fizeram um cerco aos criminosos. Wellington foi achado escondido em uma das casas do bairro, onde pulou o muro.

    Foto: Minamar Junior

    Na fuga, eles chegaram a jogar um dos revólveres calibre 38, que estava municiado, e foi apreendido. Além de chocolates do bar, dois aparelhos de celulares, dinheiro em espécie e moeda e um aparelho de DVD.

    O caso será investigado pela Derf, que tenta localizar o comparsa de Wellington, que também tem diversas passagens criminais.





    Fonte: Midiamax/JE
    Por: Jucyllene Castilho e Tatiane Lemes