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    18/09/2014

    ELEIÇÕES 2014: Reinaldo Azambuja quer desburocratizar o Estado para alavancar setor habitacional

    Candidato do PSDB prometeu governo de diálogo com representantes do campo imobiliário


    Foto: Alexandre C. Mota

    Em reunião com associados e representantes do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 14ª Região (CRECI-MS), o candidato a governador Reinaldo Azambuja (PSDB) voltou a defender um governo desburocratizado e moderno que contribua para o desenvolvimento do setor habitacional.

    “Vamos sentar e discutir quais os gargalos do setor de imóveis. É licenciamento? É liberação de projetos? É infraestrutura? O setor habitacional é um grande desafio para nós”, afirmou o candidato.

    Reinaldo lembrou que atualmente a burocracia excessiva do governo é um dos grandes impeditivos para o desenvolvimento do setor. A ação ainda gera desigualdade entre as regiões. “Em Três Lagoas, por exemplo, tem um déficit habitacional enorme, mas não conseguem ampliar loteamentos”, disse.

    “O que existe é uma burocracia excessiva. Licença ambiental demora três anos para acontecer. Quando vai para edificação e precisa de licenciamento do Corpo de Bombeiros demora mais tempo ainda. Precisamos desburocratizar o estado e modernizar essas questões. Para isso, vamos fazer um governo de diálogos com os segmentos organizados e discutir as prioridades”, afirmou Reinaldo.

    Déficit habitacional

    De acordo com o censo demográfico de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o déficit habitacional de Mato Grosso do Sul é de 86 mil domicílios. Só em Campo Grande faltam oito mil casas.

    Para resolver o problema da habitação, além de discutir políticas públicas com os segmentos organizados, Reinaldo propõe mudança nos critérios de distribuição de casas populares.

    Reinaldo é experiente e competente. Já mostrou que sabe fazer. Ele foi prefeito de Maracaju e revolucionou a cidade. Lá, Reinaldo costumava reunir as pessoas que estavam cadastradas à espera de uma casa do governo e fazia sorteios igualitários.

    “É uma forma de fazer justiça social para as pessoas que mais precisam”, explicou o candidato.

    Foto: Alexandre C. Mota


    Fonte: ASSECOM/JE