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    02/09/2014

    CLIMA: Estado pode ter 'tempestades destrutivas' e nova mudança climática já atinge a Capital

    Foto: Luiz Alberto

    A mudança no clima de Campo Grande que foi de frio a quente, a muito quente, e agora ameaça fechar o tempo e cair um temporal se deve a uma instabilidade que deve ganhar força nos próximos dias, conta o meteorologista Nathálio Abraão.

    Segundo o especialista, um centro de baixa pressão, que está localizado na região central do Paraguai, é o grande causador da instabilidade em Mato Grosso do Sul. O fenômeno meteorológico deve causar pancadas de chuvas no centro-sul e no norte do estado.

    Foto: Luiz Alberto

    A instabilidade deve durar até 8 de setembro. Desta forma, no Dia da Independência, como já é tradicional, deve chover. As chuvas podem vir em forma de rajadas e pancadas bem forte, acompanhadas de ventos fortes. “A atmosfera está muito aquecida e com isso deve ter várias pancadas de chuvas rápidas com vento muito forte em curto espaço de tempo”, alerta o profissional.

    O grau de ‘irritabilidade’ da atmosfera pode desencadear a ocorrência de tempo muito severo, como chuvas muito volumosas em pouco tempo, o que levaria ao registro de enxurradas e de deslizamentos de massa, vendavais intensos, com alto poder destrutivo, como destelhamentos de construções, quedas de arvores, postes e muros e interrupção de serviços de energia elétrica, telefonia e internet e precipitação de granizo, alguns de tamanho e quantidade significativa, o que levaria à prejuízos econômicos.

    Temperaturas e umidade do ar

    As temperaturas devem oscilar entre 21⁰C e 36⁰C nesta semana. Nesta terça-feira (2), os termômetros devem ultrapassar 33⁰C. A umidade relativa do ar está entre 50% e 90%. Já amanhã, as temperaturas devem ficar entre 19⁰C e 33⁰C. A umidade relativa manterá a média.

    Centro de baixa pressão

    As baixas pressões são causadas pela elevação do ar quente que circula no sentido horário no hemisfério Sul e no sentido anti-horário no hemisfério Norte. À medida que o ar, ao subir, arrefece, o seu vapor de água transforma-se em nuvens, que podem produzir chuva, neve ou tempestade. Simultaneamente, ao nível do solo, há ar que se desloca para substituir o ar quente em elevação, o que dá origem a ventos.

    Foto: Luiz Alberto



    Fonte: Midiamax/JE
    Por: Mayara Sá