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| Nicki Minaj faz foto provocante para o single "Anaconda" Foto: Reprodução / Instagram |
Nesta semana, no mundo da música, não houve assunto mais polêmico e debatido do que o novo videoclipe da cantora americana Nicki Minaj. Em “Anaconda”, a musa, de 31 anos, usa pouca roupa, rebola demais e ostenta sem pudores seu bumbum. A exploração da sensualidade pela morena dividiu a opinião de fãs e, entre críticas e elogios, fez a música bombar na internet - em apenas dois dias, só no YouTube, foram mais de 22 milhões de acessos.
O vídeo, no entanto, não é o primeiro a causar burburinho entre o público. Antes de Nicki, outros artistas - principalmente da linhagem pop - tiveram seus clipes atacados pela crítica e muito discutidos pelo público. Alguns deles chegaram a ser censurados na televisão. Vamos relembrá-los?
Não é preciso voltar muito no tempo para encontrar videoclipes extremamente ousados que acabaram vetados na TV. Apenas neste ano, Miley Cyrus e Britney Spears tiverem “Wrecking Ball” e “Work b**ch” vetados na telinha. O Conseil Supérieur de l'Audiovisuel, órgão que supervisiona a radiodifusão na França, definiu os vídeos como altamente erotizantes e, por isso, eles só podem ser exibidos após as 22h.
Em situação semelhante, Rihanna teve o clipe da música “S&M” censurado em 11 países, logo após a estreia. Nas cenas, ela aparece simulando episódios de sadomasoquismo, além de beijar uma mulher amordaçada e simular sexo com figurantes.
Lady Gaga é outra americana que, em 2010, teve seu videoclipe para “Judas” criticado. As imagens, que misturam elementos relacionados à fé cristã com muitas cenas picantes, foram condenadas por muitos religiosos, mas fizeram o material um dos mais assistidos no YouTube naquele ano.
Por falar em polêmica, seria impossível fazer essa lista sem contar com Madonna. A intérprete do hit “Like a virgin” recentemente também provocou a ira de católicos após misturar fé com sexualidade, em “Girls gone wild”.
O clipe de “Born Free”, de M.I.A., que conta até com a cena um garoto recebendo um tiro na cabeça, precisou ser retirado do ar por causa da violência. Nos EUA e no Reino Unido, ele ficou proibido até de ser veiculado no YouTube.
Os homens também não escapam das confusões. O coreano PSY teve o clipe da música “Gentleman” considerado machista e foi vetado em uma rede de televisão da Coreia do Sul. Alexandre Pires foi outro que se viu numa enrascada com o videoclipe de “Kong”, canção que foi acusada de ter conteúdo racista.
Bons ou não, com excessos ou apenas artísticos, esses vídeos tiveram uma aspecto incomum: por conta do frisson que causaram acabaram bombando de audiência. E você? O que acha deles?
Fonte: Extra/JE
Fonte: Extra/JE
