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    19/08/2014

    Paranaíba, MS: Por 6 a 3, Câmara Municipal afasta Diogo Tita da prefeitura

    Prefeito ao lado de seu vice Frédson, que deve assumir o cargo.
    Foto: Jornal Tribuna Livre

    O prefeito Diogo Tita (PPS), de Paranaíba, a 413 quilômetros da Capital, foi afastado do cargo após aprovação da Câmara de requerimento para criação de Comissão Processante nesta segunda-feira (18). O requerimento foi aprovado por seis votos a três. O vice-prefeito Frédson Freitas (PSDB) deve assumir a prefeitura. Tita deve ficar seis meses afastado.

    Segundo o Jornal Tribuna Livre, votaram a favor Paulo Henrique Soares (PDT), Maria Saraceni (PDT), Jane Paula (PDT), Maicon Queiroz (PDT), Marcos Magalhães (PSDB) e José Souto (PSDB); contra Heliomar Cangussu (PR), Adriano Caçula (PSC) e Paulo Borges (Pros).

    Irregularidades

    Conforme explicado pelo vereador e vice-presidente da Câmara Paulo Henrique Soares, a Casa de Leis de Paranaíba decidiu por afastar o prefeito para poder apurar possíveis irregularidades, que já tramitam em duas CPIs (Comissão Parlamentar de Inquérito).

    Uma investiga superfaturamento na contratação de empresa de coleta de lixo e outra a paralisação de serviço essencial na área da Educação, com o fechamento de creches e demissões sem critérios de servidores públicos.

    Diogo Tita também é acusado de agredir professor universitário em restaurante da cidade.

    Presidente da Câmara se recusa a assinar afastamento

    O Decreto Legislativo de afastamento do prefeito por 180 dias deveria ser assinado pelo presidente da Câmara, Paulo Borges. Entretanto, o vereador se recusou a assinar o afastamento.

    Diante da negativa, o Regimento Interno do Legislativo Municipal prevê no artigo 33 que "o vice-presidente ou seu substituto promulgará e fará publicar as Resoluções e Decretos Legislativos sempre que o Presidente deixe expirar o prazo para fazê-lo".

    Sem resposta

    A reportagem tentou entrar em contato com Diogo Tita, mas não obteve resposta.





    Fonte: Midiamax/JE
    Por: Pedro Heiderich