Notícias, acidentes, economia, política, policial, concursos, empregos, educação, ciência, saúde e cultura.

CG,

  • LEIA TAMBÉM

    22/08/2014

    Aécio diz que não vai cooptar, mas aceita receber insatisfeitos do PSB

    Candidato comentou sobre desentendimentos na campanha de Marina.Nesta quinta (21/8), ex-coordenador da campanha do PSB deixou o cargo.


    Aécio Neves participou de ato de campanha no Rio
    de Janeiro (Foto: Janaína Carvalho/ G1 RJ)
    O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse nesta sexta-feira (22/8) que não vai cooptar políticos insatisfeitos do PSB, mas que vai aceitar o apoio daqueles que, voluntariamente, procurarem a campanha tucana.

    Aécio deu a declaração após visitar associação no Rio de Janeiro que oferece programas de reabilitação para deficientes físicos. Ao fim da visita, ele foi questionado por jornalistas sobre a possibilidade do PSDB angariar apoio de dissidentes da campanha de Marina Silva, do PSB.

    Nesta quinta-feira (21/8), o então coordenador-geral da campanha do PSB, Carlos Siqueira, ligado a Eduardo Campos, deixou o cargo. Siqueira alegou que não apoiaria Marina, porque, segundo ele, ela não representa o legado de Campos. Siqueira criticou também indicações que Marina fez para o comando da campanha.

    A crise no PSB, segundo Aécio, não muda a estratégia do PSDB para a campanha. No entanto, segundo ele, insatisfeitos do PSB seriam "bem-vindos".

    "Eu tenho um enorme respeito pelo PSB e não vou fazer nenhuma ação [de cooptação], mas se ao longo da caminhada a nossa proposta sensibilizar setores do PSB ou ligados ao PSB, logicamente que são bem-vindos. Mas isso não muda a campanha. A nossa estratégia de campanha é apresentar um Brasil eficiente, ousado nas políticas públicas", afirmou o candidato.

    Bolsa-Família

    A exemplo do que tinha dito nesta quinta (21/8), no Rio Grande do Norte, Aécio afirmou que, se eleito, vai estabelecer categorias dentro do programa Bolsa Família.

    Segundo ele, o governo dividirá os beneficiados em cinco níveis, nos quais as pessoas seriam alocadas de acordo com suas carências e, conforme for suprindo determinadas necessidades básicas, passaria para o nível seguinte. "O objetivo é que nenhuma família permaneça mais de um ano no mesmo nível", afirmou.

    Do G1 RJ/JE
    Por: 
    Janaína Carvalho