| superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul, delegado Edgar Paulo Marcon |
O superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul, delegado Edgar Paulo Marcon, lamentou os ataques feitos pelo presidente do Sinpef/MS (Sindicato dos Policiais Federais), Jorge Caldas. “Ele não pode aproveitar um momento trágico para fazer demagogia barata”, reagiu o dirigente.
Ele destacou que doenças ou problemas psiquiátricos respondem pela terceira causa de afastamento de delegados e agentes da PF no País. A principal causa de licença médica é ortopédico, como problemas de coluna.
“É lamentável que presidente do Sindicato da Polícia Federal se utilize de momento trágico para destilar ódio com oportunismo barato”, reagiu Marcon, irritado com a acusação de que o possível suicídio do delegado Eduardo Jaworski Lima, ocorrido por volta das 21h de ontem (26/6), expõe os problemas de depressão enfrentado pelos policiais federais.
Caldas denunciou que funcionários estariam sofrendo por causa da pressão, censura, assédio e desvalorização profissional. “Os servidores não estão aguentando as atuais condições de trabalho e, por este motivo, muitos entram em depressão e acabam sendo negligenciados pelo órgão”, acusou.
Marcon nega, veementemente, a acusação. Ele disse que a instituição presta todo o acompanhamento psicológico aos funcionários com problemas. Jaworski tinha acompanhamento e foi monitorado de perto pela polícia, segundo o superintendente.
Fonte: campograndenews/JE
Por: Edivaldo Bitencourt
Por: Edivaldo Bitencourt