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    26/05/2014

    Suposto estuprador é encontrado morto dentro de cela

    O corpo de Marcio Duarte Moraes, de 36 anos, foi encontrado com um fio de nylon enrolado no pescoço, no Instituto Penal de Campo Grande (IPCG). Ele estava aguardando a sentença por ter cometido o crime de estupro, desde março.


    O corpo será encaminhado ao Imol (Foto:Geovanni Gomes) 

    Foi encontrado nesta manhã de segunda-feira (26/5), por volta das 6h15, um homem que foi morto enforcado por algum companheiro de cela, dentro do no Instituto Penal de Campo Grande (IPCG), localizado na rua Indianápolis, no Jardim Noroeste, na Capital.

    O corpo de Marcio Duarte Moraes, de 36 anos, foi encontrado pelos Agentes Penitenciários com um fio de nylon enrolado no pescoço. Ele estava aguardando a sentença por ter cometido o crime de estupro, desde março.

    O local é um estabelecimento penal de segurança média, destinado a presos condenados do sexo masculino, que cumprem pena em regime fechado. Marcio estaria numa cela de isolamento com mais outros seis detentos, desde sexta-feira (24). Eles aguardavam para serem levados a outro presídio, em razão do mau comportamento.

    Divulgação

    O principal suspeito de ter cometido o crime é Gilberto Fernando Saracho Ramos, 30 anos, que acabou confessando. Gilberto foi condenado e estava cumprindo pena no Instituto por latrocínio (roubo seguido de morte) e tráfico drogas. 

    A perícia técnica foi acionada para verificar o que realmente aconteceu no local e o perito criminal, Fabiano Moreira, confirmou a causa da morte ser o enforcamento pelo fio de nylon. O delegado responsável pela investigação, Dimitri Erik Palermo, da 3ª Delegacia de Polícia informou que há seis suspeitos envolvidos no assassinato, porque eles estavam na cela juntos.

    Divulgação

    "Realizaremos oitivas, todos os detalhes são importantes para comprovar os fatos. Mesmo que o rapaz tenha assumido o crime, não quer dizer que ele seja o autor, porque ele pode ter sido coagido para se responsabilizar. Deveremos confrontar as informações antes de tirarmos conclusões precipitadas", avaliou o delegado Dimitri.






    Fonte: Top  Mídia/JE