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| Divulgação TV Globo |
Autor de “Amor à Vida”, Walcyr Carrasco foi bem direto e afirmou que o núcleo evangélico da trama deve ser tratado com o maior respeito pelos atores.
“Eu não quero cacos, nada que leve para o humor. Os evangélicos são muito sensíveis, talvez por terem sido objeto de crítica outras vezes. Quero, sim, um tratamento respeitoso”, afirmou ao jornal “Extra”.
O tema tem ganhado cada vez mais destaque na trama. Principalmente após a decepção amorosa de Gina (Carolina Kasting), que resolveu buscar conforto na igreja e começou a se relacionar com Elias (Sidney Sampaio).
“Assim que soube que iria entrar, busquei contato com os evangélicos. Apesar de não ser, fui aos cultos aberto à fé. Percebi o quanto a crença muda as pessoas, vi gente que saiu da depressão, venceu situações complicadas. Eu acredito nesse tipo de relação que se constrói pela fé. A ideia da novela é mostrar a verdade dessas pessoas, não frisar uma postura crítica”, explicou Sampaio.
Vivendo o pastor Efigênio, Glaucio Gomes contou como se preparou para o personagem, que foi o dono do bar em que Paloma (Paolla Oliveira) deu à luz na primeira fase da novela.
“O meu ‘feeling’, e também a orientação que eu tive, foi de fazer um pastor sereno, sem exageros. Eu tenho amigos evangélicos, que dizem que, para eles, o importante é mostrar às pessoas o caminho da fé. Não é questão de levantar bandeira, mas qualquer coisa relacionada à crença de alguém requer responsabilidade.”
Carrasco fez questão de garantir que não tem medo de o folhetim ser mal recebido pelos fiéis: “Eu escrevo de acordo com a minha sensibilidade. Não posso ficar com medo, porque, se ficasse, não me arriscaria em temas tão fascinantes como os de ‘Amor à vida’”.
Fonte: Msn
Por: Famosidades
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